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sábado, 29 de julho de 2017

Ação: Viver o Amor - Nas Denominações Cristãs e Não Cristãs

Ação: Viver o Amor - Nas Denominações Cristãs e Não Cristãs

Textos de Apolônio Carvalho Nascimento
Bom dia !
28 de julho de 2017
CRER QUE DEUS NOS AMA IMENSAMENTE
O amor se revela a quem vive o amor.
Tudo começa pelo desejo de amar, pois a percepção da realidade à minha volta depende dos anseios que trago dentro de mim.
Se anseio pelo amor, a minha inteligência o conhece; se o busco, alcanço a sua ciência; se suplico a sua assistência, a sua sabedoria me ilumina; se me sinto vulnerável ou fracassado, sua presença me fortalece; se tenho dúvidas, o seu conselho me guia; se estou unido a ele, a sua piedade me transforma; se obedeço os seus mandamentos, meu temor se reverte em mais amor.
Não basta crer que Deus existe, devo crer que Deus me ama infinitamente desde sempre e para sempre.
Deus me ama de modo incondicional, mas para que esse amor seja visível e se manifeste, devo dar a minha contribuição, devo amar.
"Quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele."(Jo 14,21)
Foto: Sérgio Rodrigues dos Santos

Bom dia !
26 de julho de 2017
TESTEMUNHAR A PALAVRA DE DEUS COM A NOSSA VIDA
Viver a Palavra.
Não podemos lembrar da Palavra de Deus somente em alguns momentos de nossa vida, por exemplo, quando vamos à Igreja. A Palavra deve se tornar vida em nossa vida, em todas as expressões do nosso quotidiano, em família, no trabalho, na escola, com os amigos, em todos os lugares, em todas as situações.
Evangelizar não é tanto ensinar a Palavra, mas antes de tudo testemunhá-la transformando-a em vida.
Viver um amor genuíno para com os irmãos, saber perdoar, acolher a todos sem distinção, enfim, viver o amor em sua totalidade.
Quando coloco em prática uma só frase do Evangelho como por exemplo, "Perdoar setenta vezes sete", vivo todo o Evangelho.
Para amar a Deus devo amar o próximo, assim cumpro toda a lei de Deus, todas as leis civis, todas as regras e toda ética, pois quem ama não comete transgressões. Quem ama não peca.
Foto: Adenaldo dos Santos Cardoso
Bom dia !
25 de julho de 2017
DESCOBRIR A PRESENÇA DE DEUS
Deus é onipresente, isto é, está em todos os lugares. Porém, perceber a sua presença depende de um ato interior, pois o homem tem a liberdade de negar Deus e excluí-Lo de sua vida. O seu amor por nós é tão imenso que Ele nos dá a oportunidade de escolhê-Lo ou não. Portanto, se não o escolhemos, nunca perceberemos a sua presença.
Descobrimos a sua presença primeiramente dentro de nós, em nosso coração, na nossa capacidade de amar e na nossa consciência; depois, como consequência, descobrimos a sua presença no próximo, no irmão que amamos e que nos retorna o mesmo amor. No amor mútuo descobrimos a sua presença entre nós.
Ele está na sua Palavra vivida, nos seus ministros e apóstolos; Ele está também na Eucaristia, no pão repartido na mesa da comunhão.
Ele está em todos os lugares, mas só o descobre quem o busca com os olhos do amor.
Foto: Gilda F. C.

Bom dia !
24 de julho de 2017
AMAR COMEÇANDO PELAS PEQUENAS COISAS
Mesmo tendo no coração a sincera intenção de amar, podemos cair na tentação de idealizar esse amor e querer começar com um gesto grandioso, heroico, que tenha uma certa visibilidade. Isso sereia vanglória e não amor.
Quem ama com o verdadeiro espírito de serviço, começa pelas pequenas coisas, aquelas que do ponto de vista humano parecem insignificantes.
Emprestar uma caneta, apanhar um objeto do chão, oferecer o lugar para sentar ou ceder o lugar na fila do banco. Fazer pequenos favores sem esperar nada em troca é uma atitude fundamental para se viver a arte de amar.
O mais alto valor do amor para Jesus está na sua gratuidade e não na sua grandiosidade.

"Se você quiser servir a Deus, faça poucas coisas mas as faça bem."(Francisco de Assis)
Blog do Ademir Rocha

quarta-feira, 3 de julho de 2013

CHIARA LUBICH - Entrevista com Erik de Hendriks

CHIARA LUBICH - Entrevista com Erik de Hendriks

Fonte: dioceseourinhos.wordpress.com
Entrevista de Erik de Hendriks a Chiara Lubich, de maio de 2004
O segredo do verdadeiro amor  - 23 Junho 2013
Trecho de uma entrevista de Erik de Hendriks a Chiara Lubich, de maio de 2004, para a televisão belga. Amar a todos, amar primeiro, concretamente, para estabelecer o diálogo com o outro.
«O segredo do verdadeiro amor, do amor do qual falamos, emerge do Evangelho. O Evangelho é a Boa Nova que Cristo trouxe à terra. Portanto, é um amor que tem a sua origem em Deus, não é de origem humana. É um amor vivido pelas Pessoas da Santíssima Trindade. O Pai, por exemplo, ama a todos e manda sol e chuva sobre bons e maus. Ama a todos. Esse amor nos dispõe a amar todos os irmãos, não apenas os parentes, os amigos ou aqueles de quem gostamos, mas a amar a todos. Durante o dia o nosso amor deve se orientar a todas as pessoas que encontramos.
ìUma segunda exigência desse amor, que não é de origem humana porque vem do Céu, é que ama primeiro, não espera ser amado. Geralmente amamos porque somos amados. Ao invés, é preciso amar primeiro e Jesus, a segunda Pessoa divina que se fez homem, nos demonstrou isso. Ele morreu por nós quando ainda éramos pecadores, o que significa que não amávamos.
É um amor concreto como o de Jesus, que deu a própria vida. Não é um amor sentimental, platônico; é um amor concreto, que se faz um com todos, com aqueles que sofrem e que se alegram; que participa da alegria e do sofrimento dos outros, aliviando-o.
 Este amor, quando praticado, [...] geralmente é retribuído porque as pessoas se sentem amadas, estão bem conosco, e nos perguntam: “Por quê?” E nós explicamos o motivo pelo qual as amamos. Desta maneira, abre-se um diálogo entre nós e as pessoas, que nem sempre são cristãs, católicas. Muitas vezes são de outras religiões ou não creem. Todavia, também aquelas que não creem possuem uma lei de amor impressa no coração, a força de amar porque foram criadas por Deus, que é amor.  O amor é isso.”
Chiara Lubich
                                             
Transcrição de uma entrevista de Erik de Hendriks para a televisão belga, de maio de 2004.


Reproduzido pelo Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA

segunda-feira, 17 de junho de 2013

EQUILÍBRIO DIVINO

Fonte: centrochiaralubich.org



Equilíbrio Divino

Roma, 1950          
«In patientia vestra possidebitis animas vestras» (Lc 21, 19)1

Com esta palavra, Jesus nos ensina a viver bem o momento presente de nossa vida, a vivê-lo em profundidade, com perfeição, até o cumprimento. E isso conta no cristianismo: cumprir bem as coisas.
De fato, “tarefa bem começada já está meio acabada”, é um provérbio da sabedoria humana, bom, portanto, mas não feito para todos. Entretanto, “Aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mateus 10,22), é da Sabedoria divina.
O Senhor sabe que o início de todos os homens, exceto Maria, é um início ruim, por causa do pecado original. Não foi à toa que Ele se fez homem para nos salvar. Logo, o que importa é acabar bem: treinar para aquele instante do qual depende a eternidade.
Ele nos ensina a gerir bem as nossas coisas, a nos aplicar em tudo o que devemos fazer na vida, com o amor paciente que sabe sofrer bem, que mantém vivo em nós o controle da nossa alma, a ponto de possuí-la. Em nossa alma está Deus, e nós, possuindo a nossa alma, sendo donos dela sempre na nossa vida presente, guardamos em nós — feitos tabernáculos — Deus que nela está presente.
Esta Palavra de Vida nos ajuda a recordar e viver a presença de Deus em nós. Isso diretamente, quando rezamos, meditamos, estamos sós. Indiretamente, quando vivemos uma vontade de Deus que nos faz prestar todas as nossas atenções fora de nós, como quando há um irmão que deve ser amado ou um trabalho a ser feito.
Muitas vezes, estar em meio aos homens e mergulhar nossas faculdades em trabalhos, como o estudo, o emprego etc, perturba a nossa intimidade com Deus e não sentimos a sua paz e a doçura que sua presença traz.
Mesmo quando começamos um trabalho para Ele ou estamos em contato com pessoas religiosas, passado algum tempo ficamos distraídos, e o eu tomou o lugar de Jesus em nós de tal modo que uma mudança qualquer da vontade de Deus sobre nós custa, e o próprio trabalho em que mergulhamos nos causa tédio.
Tudo isso depende do fato de termos perdido o controle da nossa alma, a posse. E isso porque não soubemos ter a paciência com a qual possuímos a alma. Vivendo essa Palavra, a nossa vida muda: caem palavras inúteis, tudo se ordena em nós e ao redor de nós, o resultado do trabalho se multiplica, adquirimos a paz estável, deixamos de ser omisso, ouvimos a voz de Deus, evitamos contínuos atos humanos em vez de sobrenaturais, que esvaziam a alma e apagam a luz, e a alma vive constantemente iluminada por Deus.
Dado que essa Palavra fala principalmente de recolhimento, e nos concentra no pensamento de possuir a nossa alma, ela pode ser mal interpretada — não tomada no sentido de Jesus — por quem, recolhendo-se em sua alma com um amor excessivo em relação à alma do outro, mantém-se fechado, apagado e mudo ao contato com o próximo. Quer dizer que existe algum apego a si mesmo e pouco amor pelo Amor que em nós nos estimula sempre a amar.
Nessas almas vislumbramos um quê de artificioso e de morto. Essa Palavra, como todas as de Jesus, quer o equilíbrio em nós: que não excedamos nem num sentido, nem no outro.
Todo excesso impede que Jesus se manifeste em nós.
A alma que ama bem — e que, por isso, põe as suas palavras em prática — é aquela que sabe onde Deus está: se está numa vontade de Deus exterior como, por exemplo, num trabalho, lança-se inteiramente nesse trabalho para ser a sua vontade viva. Mas não esquece que o tem na alma e que Ele está em cada irmão. Além disso, sabe que Deus está presente em todo lugar e que sempre olha por ela. E, embora estando projetada naquela divina vontade em que Deus a quer principalmente, ama-o em todo lugar e sabe deixá-lo à parte, se a Vontade de Deus muda, para encontrá-lo em outra parte.
E podemos amar ao mesmo tempo Deus em nós e Deus fora de nós. Basta pensar no amor materno, tão bonito, mas também limitado. Contudo, esse amor é tanto que permite que a mãe ame todos os seus filhos mesmo quando está cuidando de só um.
O amor sobrenatural em nós deve ter a altura, a largura, a profundidade, a universalidade, a particularidade do amor de Deus. “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.”
O nosso equilíbrio não é apenas quietude, nem apenas movimento, nem uma mistura dos dois. Ele deve ser comparado a uma corda esticada e puxada de ambos os lados por forças iguais. Se alguém, por impaciência, negligencia a presença de Deus dentro de sua alma, a sua vida — mesmo parecendo caridade fraterna — é uma caridade frívola, leviana, superficial e perigosa, porque não está apoiada na Rocha e, portanto, não é caridade. Essa alma parece mais um pião. Se, ao contrário, uma pessoa está paralisada em si mesma, sem o amor, está morta.
A alma que tem o verdadeiro amor é como Maria, a Mãe celeste, toda cativada pelo seu Deus, unicamente por Deus, que encontrou em si no recolhimento de sua vida antes da Anunciação, na vontade de Deus manifestada pelo anjo, no Menino Jesus, na Cruz, em são João, no chamado do alto na Assunção. Deus, tudo para ela, porque ela sempre possuiu a sua alma com a paciência.
Chiara Lubich
1(Chiara Lubich - Ideal e Luz - Cidade Nova e Editora Brasiliense - São Paulo, 2003 - Pág. 168-170). Para este seu comentário de Lc 21, 19, dos anos 1950, Chiara Lubich retomou o texto da Vulgata que, traduzido literalmente, significa: «Com a vossa paciência possuireis vossas almas». A tradução atual da CEI é: «Com a vossa perseverança salvareis as vossas almas» [N.d.C.].

Reproduzido pelo Blog do ADEMIR ROCHA

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

"TENDE CORAGEM: EU VENCI O MUNDO!"

"TENDE CORAGEM: EU VENCI O MUNDO!"

ESPIRITUALIDADE: “TENDE CORAGEM: EU VENCI O MUNDO!”

Fonte: www.centrochiaralubich.org

“TENDE CORAGEM:  EU VENCI O MUNDO!”

Roma, 30 de abril 1960
Quando o mundo, com a sua superficialidade nos tira o respiro, e a vida, com os seus pesos e as provações nos sufoca, temos vontade de desistir. É neste momento que nasce a esperança Naquele em quem  "podemos esperar contra toda esperança"
Não é preciso ir muito longe para encontrar remédio e solução para as fumaças que contaminam a atmosfera do mundo. 
O Evangelho é a saúde eterna e quem, em nome dele e por ele, até morre, desaparecendo, mesmo em nossos dias, talvez ignorado por todos, vive.
Esse, porque amou, e perdoou, e defendeu, e não cedeu, é um vitorioso e, como tal, é acolhido nos páramos eternos.
Mas o Evangelho não há de ser apenas a regra da nossa morte; deve ser o pão cotidiano da nossa vida.
Passando pelas ruas de cidades tradicionalmente católicas, muitas vezes vem a tentação de duvidar da fé das pessoas. Afinal, nós sabemos quantos, também na nossa Itália católica, perderam o senso de Deus. E isso se vê, se sente, se sabe; e o cinema e o teatro, a televisão e a moda, a pintura e a música e os jornais o atestam.
Às vezes, certas situações nos deixam estarrecidos e uma sensação de desânimo nos assalta, vendo os inocentes juntamente com os adultos, imersos num mundo tão pouco cristão… É quando a fé — se ainda vive em nosso coração — nos sugere uma palavra de Jesus, daquelas eternas. 
E, atônitos, ficamos convictos e iluminados. Certos, sobretudo, de que aquela sua palavra tem a atualidade de sempre. E nasce no coração a esperança de que, nutrindo-nos dela, não só o nosso espírito encontrará a paz, mas com ela e por ela poderemos passar da defesa ao ataque contra o mal que nos circunda, pelo bem daqueles que amamos e desejamos ver salvos.
 “Tende coragem: eu venci o mundo !” (Jo 16,33).
Quando o tédio, a apatia ou a revolta ameaçam enfraquecer a nossa alma no cumprimento da vontade divina, devemos ir além. Com Jesus é possível que o “homem novo ” viva constantemente em nós, e as nuvens de fumaça do mundo que refreiam a nossa alma se dissiparão.
Quando a antipatia e o ódio nos induzirem a julgar ou detestar um irmão nosso, deixemos Cristo viver em nós e, amando, não julgando, perdoando, venceremos.
Quando nos pesam na alma situações que há anos se arrastam na família, na comunidade de trabalho — pequenas ou grandes desconfianças, ciúmes, invejas, tiranias — devemos desempenhar a função de pacificadores e mediadores entre as partes adversárias e recompor a unidade entre os irmãos em nome de Jesus, que trouxe esta ideia à terra, como a verdade, pedra preciosa do seu Evangelho.
Se nos cerca um mundo, como o político ou social, calejado por paixões, por carreirismo, esvaziado de ideais, de justiça e de esperança, não nos deixemos sufocar. 
Devemos confiar e não abandonar sobretudo o nosso posto e o nosso empenho: com Quem venceu a morte, pode-se esperar contra toda esperança.
(Ideal e Luz, Editora Brasiliense e Cidade Nova - São Paulo, 2003 - pág. 219-221)
 Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

domingo, 15 de julho de 2012

PROJETO AMAZÔNIA 2012 EM ABAETETUBA 3

PROEJTO AMAZÔNIA 2012 EM ABAETETUBA/PA
AS PALAVRAS DE JESUS: JESUS COMO MESTRE NA “ESCOLA FOGO”

O Movimento dos Focolares nasceu através de Chiara Lubich e suas primeiras companheiras, na Itália, em 1943, com poucas pessoas. Nesses primeiríssimos anos foi dado um nome àquele 1º grupo: “Escola Fogo”.

Essa Escola era muito original. Não existiam os livros, as aulas, os estudos que faziam dela uma Escola. Não, aquele grupo era uma porque havia um único Mestre que vivia entre os alunos Unidos em seu nome. Era Jesus, que havia dito “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, aí Eu estarei no meio deles”.

Como Jesus era o único Mestre, suas aulas eram especiais e nada tinham a ver com as aulas dos maiores mestres da terra. Quem vivia no meio daqueles alunos era Deus e, portanto, Ele saberia responder a todas as perguntas que os homens de todos os tempos fariam.

Para pôr-se como Mestre e ensinar a Verdade, Deus pedia o sacrifício de toda a verdade que os demais livros, escritos pelos sábios deste mundo, podiam dar. Deus deu à Chiara toda a força para colocar todos os livros dos demais mestres no sótão, pois ela tinha descoberto o Livro da Verdade, que tinha todas as respostas para todos os “porquês” da vida.

Como Chiara e suas primeiras companheiras e, posteriormente, companheiros dos primeiríssimos tempos do Movimento dos Focolares, NÓS somos também chamados a “deixar de lado” os livros, e a fazer isso ao menos espiritualmente, para entender de modo Verdadeiro, Vital e Divino o LIVRO DE DEUS: o EVANGELHO, a BÍBLIA, que era, e continua sendo para todos, o Código de Nossa Nova Existência. Mas não é suficiente deixar nossos livros no sótão uma única vez. É preciso repetí-lo sempre em nosso CORAÇÃO, mesmo que devamos tomar nas mão justamente os demais livros.

O ato de “preterir” os demais livros para conhecer a VERDADE DE DEUS é fundamental. De fato, especialmente para os tempos atuais, o mundo precisa não tanto de pessoas cultas, mas de sábios, de gente cheia do Espírito Santo, de homens realmente EVANGÉLICOS, sobre quem JESUS possa repetir: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondestes todas estas coisas aos sábios e doutores e as REVELASTES aos pequeninos” (Mt 11,25).

E foi JESUS EM MEIO à Chiara e suas primeiras companheiras quem iluminava cada frase do Evangelho, a ponto de fazer Chiara ver cada frase de modo novo, revolucionário, cheia de vida.

E chiara dizia: “Não temos outro livro fora do EVANGELHO, não temos outra ciência, outra arte. Ali, está a Vida e quem a encontra, não Morre. QUÃO SIMPLES, e antigo, e sempre Novo, é o EVANGELHO!

FOCOLARES, o Fogo de Jesus no Meio, que será levado às Comunidades e Paróquias a partir do dia 15/7/2012.
 Descontração após a reunião do retiro
 Um dos grupos reunidos para estabelecer
estratégias de ação nas comunidades
 Hora do café pela manhã
 Diego e Luma animando as reuniões
 Um missionário paulista fabricando
brinquedo de miriti
 Hora para construir a Família Focolarina
 Hora do almoço

 Um dos grupos para as visitas
 Encontro do grupão: "Onde dois ou mais
estiverem reunidos em Meu nome
Eu estarei no Meio deles"
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, no Projeto Amazônia 2012 em Abaetetuba/Pa

PROJETO AMAZÔNIA 2012 EM ABAETETUBA 2

PROJETO AMAZÔNIA 2012 EM ABAETETUBA 2
O 1º DIA DO PROJETO AMAZÔNIA EM ABAETETUBA
 Acolhida aos "missionários"
 Delegação de São Paulo
Delegação de Belém e os dirigentes
Isabel e Pedro Paulo
 Se iniciaram ontem, 13/7/2012, as atividades e ações do Projeto Amazônia 2012 em Abaetetuba, quando começaram a chegar as delegações das diversas localidades do Brasil, especialmente de São Paulo e Belém e outros municípios do Pará. O grosso dos “missionários” chegou ontem mesmo e culminou com a chegada de outros no dia de hoje. Os locais para os alojamentos foram devidamente preparados de modo que todos possam se sentir bem na Fazenda da Esperança, esta na Estrada de Beja e em um sítio às margens da Rodovia Dr. João Miranda, na localidade Ipixuna. E ontem mesmo foram dadas as boas vindas aos que chegaram e ultimadas as providências para as atividades e ações no desenrolar do Projeto e início dos 2 dias de retiro para os dirigentes e missionários locais e de fora e tivemos, às 11:30h a Missa de Abertura da Missão celebrada pelo nosso bispo D. Flávio Giovenale e o Padre Sérgio, este chegado recentemente ao Brasil, vindo da Itália para desenvolver atividades no Brasil. Vide as fotos dos primeiros dias do Projeto Amazônia em Abaetetuba:

AS PALAVRAS DE JESUS NO EVANGELHO

As palavras de JESUS no Evangelho são únicas, fascinantes, lapidares que podem ser traduzidas em VIDA e que são LUZ para todo homem que vem a este mundo e, portanto, são Palavras Universais.

Vivendo a PALAVRA, tudo muda:

·         Muda o relacionamento com DEUS

·         Muda o relacionamento com as PESSOAS próximas

·         Muda o relacionamento com os inimigos

·         Muda o modo de encarar os obstáculos da vida

·         Muda para melhor a visão do mundo e das coisas

·         Muda para melhor o eu interior

As Palavras de JESUS põem todos os VALORES no devido lugar e colocam tudo o mais, até mesmo os sentimentos humanos, o amor ao pai, à mãe, os irmãos, o próprio trabalho em 2º plano, para colocar DEUS em 1º lugar no nosso coração. Assim aqueles sentimentos humanos ganham mais valor se vividos tendo DEUS como o centro de nossa vida.

E as Palavras de Jesus, por colocarmos Deus como centro de nossa vida, contêm promessas extraordinárias do CÊNTUPLO já nesta vida e a VIDA ETERNA junto com DEUS e junto com os irmãos que já nos precederam nesta caminhada.

As Palavras de Jesus, juntos com as atividades e ações do Projeto Amazônia 2012 em Abaetetuba vão ser levadas às comunidades e paróquias a serem atingidas pela Projeto: Ypixuna, Abaetézinho, bairros do Cristo Redentor, Mutirão, Santa Clara e outras localidades.
 Capelinha da Fazenda da Esperança com
Jesus Eucaristia: "Eis o meu Corpo"
e "Eis o meu Sangue", para as Missas
e encontros noturnos
 Recepção ao Bispo D. Flávio Giovenale
como expressão do "Quem vos ouve a
Mim ouve"
 Missa celebrada por D. Flávio e Pe. Sérgio
D. Flávio explicando a Palavra de Deus,
usando crianças nas explicações
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, onde está acontecendo o 3º Projeto Amazônia