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sábado, 5 de janeiro de 2013

TIRAÇÃO DE REIS DE ABAETETUBA

TIRAÇÃO DE REIS DE ABAETETUBA

Sábado, 5 de janeiro de 2013

TIRAÇÃO DE REIS DE ABAETETUBA

 Reportagen no jornal "O Liberal" sobre
a Tiração de Reis de Abaetetuba

 Os Santos Reis



Iacilda Freitas
 
CONVITE

Dia 05 de janeiro de 2013, o Grupo de Tiradores de Reis "Menino Deus", Abaetetuba- Pará.
Estará realizando mais uma manifestação do Dia de Reis.
 
Saída: Av São Paulo, 1699, próximo ao Posto, às 19h
 
percorrendo Várias ruas, com parada na Praça da Bandeira às 21h.

 TIRAÇÃO DE REIS DE ABAETETUBA
A FOLIA DE REIS:
A Folia de Reis é uma festa religiosa de origem portuguesa, que chegou ao Brasil no século 18 e que em Portugal tinha a finalidade de divertimento, enquanto no Brasil adquiriu um caráter religioso-folclórico. Em alguns lugares é realizada no período que vai de 24 de dezembro a 6 de janeiro, no Dia de Reis. Compõe-se de um grupo de cantadores e instrumentistas que percorrem a cidade entoando versos relativos à visita dos Reis Magos ao Menino Jesus e que paravam em determinadas casas, entoando cantos de louvores em homenagem ao nascimento do Menino Jesus e cantavam também as súplicas de uma “oferenda” a eles.
A TIRAÇÃO DE REIS em Abaetetuba:
A TIRAÇÃO DE REIS (nome que a Folia de Reis recebia em Abaetetuba desde os tempos das antigas  Folias de Santos ou Tiração de Esmolas em Abaeté), veio da tradição folclórica da Folia de Reis e que em alguns lugares do Brasil ficou sendo conhecida como Tiração de Reis, especialmente no Sertão Nordestino que chegou em Abaeté na época da migração nordestina do Ciclo da Borracha. Em Abaeté as festas da TIRAÇÃO DE REIS eram tradicionais e eram realizadas tanto na cidade como pelo interior do município e num período maior de dias (agora gora está reduzida apenas à véspera para o Dia dos Santos Reis) e os instrumentos utilizados eram os mesmos das antigas Folias de Santos:
Viola, violão, reco-reco, flauta, rabeca, caixa, chocalhos, cavaquinho, triângulo, pandeiro e outros instrumentos. Os personagens centrais das folias eram: O menino Jesus, seus pais Maria e José, os Três Reis Magos e outras motivações do nascimento de Jesus. Os Foliões de Reis locais eram formados peos intrumentistas, tendo entre eles o Mestre que comandava a folia, os cantadores (ou tirador de versos musicados) e a comitiva, todos devidamente paramentados de acordo com seus personagens e funções. Com suas cantorias seguiam os foliões pela noite adentro em longas caminhadas, levando a "Bandeira" (estandarte de madeira ornado com motivos religiosos),  e a imagem do Menino Jesus aos quais tributavam especial respeito e devoção. Vão liderados pelo mestre e outras figuras de relevância dentro da Folia por conhecerem os versos, os puxadores dos cantos.
Em Abaetetuba, a Folia de Reis, por ter sido introduzida na Zona Ribeirinha e na Zona Rural do município e por ter quase a mesma finalidade das Folias de Santos (ou Tiração de Esmolas), a manifestação era chamada de TIRAÇÃO DE REIS. Uma justificativa que modernamente se dá ao termo “Tiração de Reis” era a da retirada do Menino Jesus e o conseqüente desarme do Presépio, justificativa que condiz com a tradição de se “Tirar Reis” apenas em um dia, o dia 6 de janeiro, mas não condiz com a tradição local mais antiga, devido ao fato das antigas Folias de Abaeté serem realizadas em um período maior de dias, e a TIRAÇÃO DE REIS antiga, envolvia vários dias de festejos, para que se pudesse atingir um maior número de devotos do Menino Jesus, usando as motivações natalinas (Não esqueçamos que as antigas Tirações de Reis eram um modo dos antigos foliões de santos prestarem sua devoção ao seus santos de devoção e o Menino Jesus era um dos santos da antiga devoção popular de Abaeté). A tradução para TIRAÇÃO DE REIS era realmente a “tiração de versos e cantos” pelos puxadores das folias e a conseqüente “tiração de esmolas” pelos antigos, uma espécie de contribuição, como nas Folias de Santos. Os grupos desse tipo de folia saíam de porto em porto (se nas Ilhas) ou de casa em casa (se na cidade), ou pelos caminhos, (se nas colônias rurais), “Tirando Reis” e sendo presenteados pelos moradores das casas visitadas com comidas, frutas, galinhas, patos, ovos e valores em dinheiro.
E será essa a expressão que usaremos, por ser tratar de um termo típico usado em Abaetetuba para a festa que em outros lugares do Brasil se chama Folia de Reis ou mesmo Tiração de Reis, como no Sertão Nordestino.
A TIRAÇÃO DE REIS de Abaetetuba, era uma festa da Quadra Natalina, uma tradição do povo abaeteense dos anos finais do Século 19 e iniciais do século 20 até os anos das décadas de 1940 e 1950, que relembrava a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus na Gruta de Nazaré, segundo a tradição católica e que perdurou nas décadas seguintes em festas que,  depois, passaram a ser realizadas entre os dias 5 e 6 de janeiro, quando essas folias passaram a ser realizadas apenas na cidade e outros poucos locais do interior. As TIRAÇÕES DE REIS envolviam, como hoje, muita musicalidade e atualmente as músicas saíram um pouco da tradição religiosa do fato, incorporando outras músicas populares alegres, como o carimbó, frevos, sambas, forrós e outras.
Atualmente algumas pessoas e grupos fizeram retornar essa antiga festa folclórica de Abaeté, tentando resgatar essa tradição. Entre esses novos grupos destacamos:
·         O Grupo de Tiração de Reis “MENINO JESUS”, liderado pela professora Iacilda Freitas e músico e arte-educador Ney Viola, grupo que entre os instrumentos musicais se encluem os chocalhos, pandeiros, bumbos, cavaquinhos e violões e músicas populares paraenses como o carimbo e personagens natalinas devidamente paramentadas como tais, enfim, que ainda procura manter alguns motivos das antigas Tirações de Reis de Abaetetuba.
Fotos de Iacilda Freitas
O grupo "Sandália de Embuá" na colaboração
com a Profa. Iacilda Freitas no grupo de 
Tiração de Reis "Menino Jesus"
2005, o 1º ano ano do grupo de Tiração de Reis
da Profa. Iacilda Freitas
Grupo de Tiração de Reis "Menino Jesus" em 2008
Iacilda Freitas, baluarte da Tiração de Reis de
Abaetetuba sendo entrevistada pelo apresentador
de TV Naldo Araujo
·         Grupo de Tiração de Reis “NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO”, liderado pela professora e pesquisadora de folclore Hélia Quaresma, que anfatiza o aspecto religioso da folia, com o Menino Jesus, os Reis Magos vestidos de acordo com a tradição e uso de instrumentos musicais tocando músicas religiosas e populares.
A Profa. Hélia Quaresma e o apresentador 
educacional/cultural Prof. Miguel Caripuna 

·         Grupo de Tiração de Reis “SÃO DIMAS”, liderado por Mariana, que usa instrumentos musicais nos cantos populares e com os personagens do nascimento de Jesus.
·         Grupo de Tiração de Reis “OS FILHOS DE OSNI”, que vem do grupo carnavalesco de mesmo nome, liderado pelo jovem Checha e que contribui com a tradição da Folia de Reis com as alegres características do carnaval.
Foto do jovem Checha
O grupo de Tiração de Reis "Filhos de Osni",
liderado pelo jovem Checha 

·         Grupo de Folias da “BANDA DO BOCA”, que vem do grupo musical de mesmo nome e tocando músicas populares nessa tradição.
 
Existem outros grupos de TIRAÇÃO DE REIS que saem cantando músicas religiosas, sambas tradicionais, músicas de carimbo e das quadras junina e carnavalesca.
 Luiz do Nilamon/Luís Sena, herdou a tradição
da Tiração de Reis de seus parentes ancestrais
e ele, provavelmente, é o mais antigo Tirador
de Reis de Abaetetuba
Blog do Ademir Rocha
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Outras Informações e Publicações Sobre a Tiração de Reis:
Tiração de Reis(Folia de Reis ou Tiração de Reis)
Originalmente, festa popular dedicada aos Três Reis Magos em sua visita ao Deus Menino. É caracterizada por um grupo de pessoas que visitam amigos ou conhecidos, a partir do dia 2 de janeiro ou nas vésperas dos Reis (5/1). Nas visitas eles cantam e dançam versos alusivos à data, ao som de instrumentos e solicitam alimentos e dinheiro. É tradicional utilizar a arrecadação para a ceia no dia de Nossa Senhora das Candeias (2 de fevereiro). A visita noturna tem mais graça quando se torna uma surpresa.
Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha
Tiração de Reis no programa do Prof. Miguel Caripuna !Conhecimento em Foco”
 
O Programa "Conhecimento em Foco" do dia 04 de janeiro de 2012, teve como tema a "Tiração de Reis", tradição popular do município de Abaetetuba que ocorre todos os anos entre os dias 05 e 06 de janeiro. Esta manifestação folclórica é uma referência a "Folia de Reis", festa de inspiração católica que relembra a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus, quando estes ofereceram presentes ao menino e depois sairam anunciando seu nascimento.
Estiveram no programa a Professrora Iacilda Freitas e os Arte Educador e Músico Ney Viola, ambos do Grupo de Tiração de Reis "Menino Deus", que explicaram como acontece em Abaetetuba a "Folia de Reis", que se chama de "Tiração de Reis". Segundo a Professora Iacilda, o nome "tiração" vem do costume de se retirar ( ou "tirar") o presépio armado nas casas durante o Natal, o que acontece no dia 06 de janeiro - "Dia de Reis". Em Abaetetuba, neste período grupo de cantores visitavam as casas de moradores, onde entoavam cantos religiosos e populares, celebrando a chegada do "Dia de Reis", esta manifestação acontecia principalmente nas ilhas. Os cantores diziam hoje vamos "tirar Reis", assim ficou a denominação "Tiração de Reis".
O Arte Educador Ney Viola, falou que os moradores presenteavam os cantores com dinheiro ou outros presentes como frutas, galinhas, ovos, porcos, ovos etc, além de oferecem um comidas durante a visita nas casas. A "Tiração de Reis" animava as famílias e de acordo com a Professora Iacilda os Grupos de "Tiradores de Reis", cantam os mais variados estilos musicais como o samba de raiz, o carimbó, a ladainha e outros.
Na foto que ilustra esta apresentação temos a Professora Hélia Quaresma, uma das maiores pesquisadoras do folclore abaetetubense e participante do Grupo de Tiração de Reis "Nossa Senhora da Conceição".
 
Por Miguel Caripuna
Postado por Sintonia Educativa - Abaetetuba às 10:28
 
Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ECONOMIA DE COMUNHÃO NA CÁRITAS BRASILEIRA

ECONOMIA DE COMUNHÃO NA CÁRITAS BRASILEIRA


A ECONOMIA DE COMUNHÃO NA CÁRITAS BRASILEIRA

Fonte: caritas.org.br
Economia de Comunhão Para Superar a Crise

Focolares propõem cultura e prática da economia solidária

“Ao contrário da economia de consumo, baseada no ter, a economia da comunhão é a economia do doar”.

A frase de Chiara Lubich, escrita nas camisetas dos jovens voluntários do LoppianoLab, contém o sentido da Expo Econômica de Loppiano, aberta ontem, 20 de setembro.

São quatro dias de reuniões, debates, seminários, workshops, testemunhos, parcerias entre empresas, trabalhadores e cidadãos, estágios de jovens, experiências de formação universitária e política… Em suma, a sociedade civil comprometida com a discussão “Itália- Europa: um só canteiro de obras entre juventude, trabalho e inovação”.

Enquanto as sombras da crise parecem apagar a luz do sol, cinquenta empresas tentam criar sinergias para produzir inovação, trabalho e futuro na Itália. O LoppianoLab se apresenta como a convenção de empresas que fazem da economia da comunhão uma prática diária, com o compromisso de construir uma plataforma comum de diálogo e de inovação para alimentar a confiança e a esperança.

Eva Gullo, presidente da Economia de Comunhão, reiterou que “a inovação é o caminho para o emprego”. Por isso, “trabalho e inovação terão espaço privilegiado no lançamento de novos projetos e investimentos com foco nas áreas de energia renovável, agricultura e economia local”.

Francesco Tortorella, 35, presidente da Equivers, cooperativa de comércio justo que vende bolsas e roupas no Brasil e no Uruguai, contou que o LoppianoLab lhe ensinou “uma forma mais avançada de interagir com empresários e consumidores”: “Restabelecida a confiança e compartilhadas as dificuldades, nós podemos criar uma rede internacional de economia da comunhão, inclusive no campo dos operadores de turismo responsável”.

Inspirada e promovida por Chiara Lubich, a Economia da Comunhão é um projeto que engaja 800 empresas em todo o mundo, com foco na pessoa humana e motivado por uma cultura econômica orientada à gratuidade e à reciprocidade.

Luigino Bruni, coordenador do projeto, resume a ideia da Economia da Comunhão explicando que ela “se concentra na produção e no trabalho, e não na especulação e no lucro”.

Fonte: Antonio Gaspari, ZENIT.org


Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa


terça-feira, 5 de junho de 2012

ENCONTRO INTERNACIONAL DE FAMÍLIAS



ENCONTRO INTERNACIONAL DE FAMÍLIAS

Maria Voce e as famílias
 

Movimentos dos Focolares

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Palavra de vida Junho 2012: “Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à v ...+

Milão 2012: Maria Voce às famílias dos Focolares: No contexto do VII Encontro Mundial das Famílias, Maria Voce fala a 4 mil è pess ...

Milão 2012: Maria Voce às famílias dos Focolares
2 Junho 2012

No contexto do VII Encontro Mundial das Famílias, Maria Voce fala a 4 mil è pessoas aderentes ao Movimento dos Focolares, enquanto aguarda-se o encontro com Bento XVI.

Manhã de sábado, dia 2 de junho. A cidade de Sesto San Giovanni (Milão) recebeu 4 mil pessoas provenientes da Lombardia e regiões adjacentes, famílias aderentes ao Movimento dos Focolares que participam ativamente do Encontro Mundial. Parte da programação foi o discurso da presidente Maria Voce. Presente também o copresidente Giancarlo Faletti.

«Nestes dias, em que coloca-se a foco a realidade da família – iniciou Maria Voce – surge uma pergunta: qual o desígnio de Deus sobre ela?». Respondeu citando Chiara Lubich ao Familyfest de 1981, em Roma: «Deus criou, plasmou uma família. Quando encarnou-se quis ao seu redor uma família. Quando Jesus iniciou a sua missão e manifestou a sua glória, estava festejando uma família».

Referindo-se ao tema da Jornada de Milão, O trabalho e a festa na vida da família”, salientou a importância do trabalho para a sua fundação e subsistência.

«Por sua vez – afirmou a presidente – a família também é importante para o trabalho. Com a educação à laboriosidade e aos típicos valores que esta traz, com o seu peculiar espírito de cooperação e solidariedade, com a importância da gratuidade, da reciprocidade, de ser dádiva uns para os outros, garantem-se bases sólidas para a sociedade, ainda que – asseverou com força – o homem não seja feito apenas para o trabalho.

«Para isso é necessário que o trabalho seja organizado e desenvolvido levando em consideração não somente as exigências financeiras das pessoas, mas do seu bem estar efetivo e total. Daqui a importância de que os tempos do trabalho sejam harmonizados com os da família».

A este ponto a presidente recordou que também Jesus trabalhou (como José e Maria), e que eles «além de terem sido perfeitos trabalhadores, nos dão o verdadeiro significado da festa». Neste sentido recordou a peregrinação a Jerusalém… e as bodas de Caná «onde (Jesus), com Maria, sua mãe, foram festejar as núpcias de dois esposos. (…) Na vida da Sagrada Família existia, sim, o trabalho, mas também a festa, o que significa um tempo dedicado ao repouso, às relações com os outros».

Referindo-se ainda a Chiara Lubich, Maria Voce concluiu sublinhando que «de certo modo (Chiara) já nos tinha antecipado os termos deste binômio: trabalho e festa. Isto é, se vivermos bem os valores da família também o trabalho e a festa serão impregnados por esses valores, e nos tornaremos testemunhas e construtores autênticos de uma sociedade segundo o coração de Deus».

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Reproduzido pelo Blog de Ademir Rocha

quarta-feira, 14 de março de 2012

NOTÍCIAS: 4º ANIVERSÁRIO

NOTÍCIAS DO 4º ANIVERSÁRIO DE FALECIMENTO DE CHIARA LUBICH

Fonte: http://www.catecismojovem.com.br
Catecismo Jovem
Chiara Lubich: uma vida dedicada a Deus.
14/mar/2012 - CatecismoJovem

Em 7 de dezembro de 1943, sozinha em uma capela, Chiara fez o seu compromisso com Deus, prometendo dedicar toda a sua vida a Ele. Esta data do compromisso de Chiara é para todos nós o inicio do Movimento dos Focolares.
Foram oitenta e oito anos de amor. Amor é a palavra mais acertada para resumir todas as qualidades, todas as obras e dedicação de Chiara.
Há quatro anos, Deus decidiu agradecer Chiara Lubich pelo seu amor, pela sua vida dedicada e por toda a sua Obra. Para lhe agradecer marcou “o encontro”.
“Sou uma pessoa que passa por este mundo. Vi muitas coisas belas e boas e sempre me senti atraída somente por elas. Um dia, um indefinido dia…, vi uma luz. Parecia-me mais bela do que todas as outras belezas, e eu a segui. Percebi, então, que era a Verdade” Chiara Lubich.
Chiara soube falar e soube calar, sábia quer falando quer calando, ensinou a cada momento, nas palavras e no silêncio, mas principalmente com a própria vida.
Hoje é o dia que agradecemos Chiara Lubich. Se Deus escolheu levá-la durante a quaresma, agradeçamos a Chiara vivendo bem este tempo, principalmente através da oração e da alegria de amar todos, sem distinção, como fez Chiara.

A Eucaristia é a fonte e o centro de toda a vida cristã. — Lumen gentium, nº 11
Catecismo Jovem
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Bíblia Católica Online

"Sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu."(Mateus 5,48)

@irmaspaulinas em Um chamado, uma resposta: Vocação
Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

Ide pelo mundo inteiro! Mc 16,15
Diocese de Ourinhos – CNBB Sul 1 (30.12.1998)

4° aniversário de Chiara Lubich – Dom João Braz, cardeal De Aviz
Castelgandolfo, 11 de março de 2012

Tinha dezesseis anos quando conheci Chiara Lubich. Estava no seminário há cinco anos. O diretor espiritual convidou dois focolarinos para falar aos seminaristas. Um deles era artista e antes não acreditava em Deus. A alegria que transmitiam, a credibilidade das suas palavras e, sobretudo, o anúncio simples e transparente da sua descoberta de que Deus é amor me impressionaram fortemente. Fiquei fascinado! Em primeiro lugar, entendi que todos os ideais belos da vida, como era o caso da vocação que eu tinha no coração, aquela de ser sacerdote, eram verdadeiros, mas relativos, no sentido de que poderia não conseguir realizá-lo. Só Deus-Amor, Deus que me ama imensamente, é um ideal que não passa. Assim, resolvido o problema do discernimento da vocação: Deus é a minha vocação! O sacerdócio é um dom seu. Mais procurava ser fiel a esta descoberta e mais me parecia clara o chamado de Jesus ao sacerdócio ministerial, ainda que existissem algumas dúvidas, sobretudo em relação à fidelidade futura. Chiara entendeu isso e me deu como programa de vida as palavras de Jesus: ““Quem põe a mão no arado e olha para trás, não está apto para o Reino de Deus.” (Lc 9,62). Por vinte e dois anos, como sacerdote, e dezoito como bispo, o grito de Jesus na cruz: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”(Mc 15,34), me indicou o caminho do Amor. Assim foi em superar dificuldades que nasciam no relacionamento de obediência e comunhão com o bispo. Assim também em frear um ativismo que provocava ansiedade e superficialidade. O amor sem limites que encontrei no grito que me levou a estar aberto com os meus irmãos bispos para buscar constantemente luz para o ministério de sucessor dos apóstolos sem perder o caminho. Se naquele grito ele nos amou mais, então eu também poderia entrar naquela chaga para amar as dores da Igreja e da humanidade assim como eram. Esta foi a luz que me deu serenidade para deixar Brasília, onde era muito amado e vir para a Cúria romana, onde não conhecia quase nada. Continuo com serenidade a seguir este jogo humano-divino e experimento sempre muita alegria! Estou em Roma há um ano. O papa Bento XVI me chamou para ser prefeito da Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida apostólica. Em palavras mais simples, seguimos em nome do Papa os monges, as monjas, os frades, as freiras, os leigos e as leigas consagradas, as virgens e as viúvas consagradas no mundo inteiro. São mais ou menos um milhão. Sem o carisma de Chiara nunca teria a coragem de assumir uma tal realidade. Sim, porque não sou religioso e não conhecia quase nada da realidade da Congregação. Do carisma veio a luz para assumir esta nova vontade de Deus, para criar um relacionamento de profunda unidade com Dom Joseph Tobin, Arcebispo secretário da Congregação e com quarenta colaboradores que ali trabalham todos os dias. Neste ano os frutos foram muito abundantes. O que mais me deu alegria é que o Papa demonstrou estar contente com o trabalho que fazemos, definindo a nossa como uma Congregação onde “existe muito diálogo”. Unido a toda a Obra quero agora procurar legar Jesus no meio ali onde estou.

Palavra de VIDA
CF 2012 Fraternidade e Saúde pública
Inauguração Fazenda da Esperança – Piraju

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“Ide pelo mundo inteiro! Mc 16,15

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

terça-feira, 6 de março de 2012

NOTÍCIAS: 4º ANIVERSÁRIO DE FALECIMENTO DE CHIARA LUBICH


CHIARA LUBICH: QUEM É?


Fonte: acreditamosnoamor.blogspot.com
“E nós acreditamos no Amor”

Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, nasceu em Trento no dia 22 janeiro de 1920. Durante o fascismo, viveu anos de pobreza: o pai, socialista, perde o trabalho por causa de suas idéias. Para manter seus estudos, desde muito jovem dá aulas particulares. No dia 7 de dezembro de 1943, é uma data marcante, pois representa o dia em que Chiara pronunciou o seu sim para sempre a Deus, na capela dos Frades Capuchinhos, em Trento. Estava só. Tinha 23 anos. Não existia nenhuma previsão de tudo o que nasceria a partir de então. Os primórdios do Movimento são marcados por esta data. O seu nome de batismo é Silvia. Assumiu o nome de Chiara, fascinada pelo radicalismo evangélico de Santa Clara de Assis. De “abismos escuros de dor” e “vértices luminosos de amor” foi constelada a sua vida até no ultimo Para partilhar totalmente da noite que envolve hoje grande parte da humanidade e irradiar a luz “fulgurante” de Deus Amor, revelada pelo dom de um carisma, desde os anos sombrios da Segunda Guerra mundial. No momento da conclusão da viagem terrena de Chiara, na passagem à outra vida, dia 14 de março, foram justamente a luz e o amor sem limites as palavras mais repetidas nas inúmeras mensagens provenientes de todo o mundo, de pessoas das mais diferentes culturas, idades e crenças. E no vasto eco da imprensa. A medida do amor de uma vida sem reservas, vem em relevo na última saudação, na Basílica romana de São Paulo Fora dos Muros, na mensagem de Bento XVI lida pelo cardeal Tarcisio Bertone, que na sua homilia define a vida de Chiara como “um canto a Deus Amor”.

Fonte: www.focolare.org
Movimento dos Focolares

4° aniversário do falecimento de Chiara Lubich

14 Março 2012

Este ano as celebrações serão dedicadas especialmente ao impacto do seu carisma sobre as novas gerações. E não só. Durante o mês de março muitos eventos serão realizados, no mundo inteiro.

E na sua cidade, como será celebrado o dia 14 de março?
Publique um comentário!

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

ÁFRICA: NOTICIAS DO FOCOLARES










ÁFRICA: MOVIMENTO DOS FOCOLARES



NOTÍCIAS DO FOCOLARES



Congresso Pan-africano Gen 2

“We are 1”: “Somos um”. Foi o título escolhido para o Primeiro Congresso Pan-africano da história do Movimento gen na África, que aconteceu na Mariápolis Piero, no Quênia, de 27 a 30 de dezembro de 2011.


Estiveram presentes mais de 200 jovens, representando 21 países da África subsaariana. “Falamos muitas das línguas que existem em solo africano, mas nos entendemos muito bem!”, escreveram, “porque Chiara ensinou-nos uma língua só: a do amor”. Pela primeira vez alguns representantes das e dos gen africanos puderam encontrar-se e reconhecer-se como parte do sonho de Chiara Lubich, quase uma profecia, que ela expressou vinte anos atrás, justamente nessa Mariápolis: que um dia esta terra teria sido um testemunho vivo da luz do carisma do Movimento dos Focolares: a unidade.

A abertura oficial – com a presença dos responsáveis centrais do Movimento gen, Geppina Pisani e Marius Müller, e dos responsáveis pela Mariápolis Piero, Else Castellitto e Joseph Kinini – foi uma verdadeira explosão de alegria e de cores, com a apresentação de cada uma das áreas geográficas. Os grupos subiam ao palco e destacavam de um grande painel, com a forma do continente africano, a parte correspondente à própria nação, e depunham a sua bandeira. O resultado final foi uma foto de Chiara Lubich, sorridente, vestida com roupas africanas, e diante dela todas as bandeiras. Os gen escreveram: “Chiara sorri para nós, parece mesmo que leva todos os nossos povos a Deus!”.

No auge de uma crise mundial, que naturalmente não poupou a África, um continente já duramente provado, os gen não recuaram e, com determinação, superaram mil obstáculos para chegar ao Quênia, vindos de lugares distantes até milhares de quilômetros, com viagens de três dias em estradas precárias, como aqueles do Congo, Malawi, Etiópia e Sudão do Sul. “Quando soubemos desse congresso percebemos logo que seria preciso muito dinheiro – contam os gen nigerianos -. Mas dessa vez não queríamos pedir ajuda sem antes fazer a nossa parte. Fizemos várias atividades, mesmo se muitos de nós estão na universidade: vendas, trabalhos na lavoura, preparação de um calendário onde contamos as nossas experiências e a vida de Chiara Luce, e que agradou muito. Assim 12 de nós puderam vir”.


“O nosso país está atravessando uma gravíssima crise econômica e política – disseram os da Costa do Marfim – mas a nossa presença é a prova da Providência de Deus que nos acompanhou”.

No dia 29 de dezembro, uma conexão internet com intercâmbio em tempo real, com a presidente dos Focolares, Maria Voce, um momento de grande alegria para ela e para todos os presentes. “Estou muito contente em vê-los tão numerosos e tão comprometidos com o nosso Ideal, isso é o que me dá mais alegria. A presença de vocês é um sinal de grande esperança, porque as novas gerações são a esperança da Obra, da Igreja, a esperança da humanidade. E vi que não apenas eu sinto assim, porque também o Papa o repete sempre…”. Em meia hora de diálogo os gen exprimiram a sua alegria por esta experiência de unidade e falaram dos propósitos feitos nestes dias. Concluindo esse momento, cantaram uma canção dedicada a Chiara Lubich: “Chiara, luz da África”. Ao responder Maria Voce disse: “Contem ainda mais com esta luz forte que é a presença de Jesus entre vocês, é Ele que os ajudará a testemunhar a unidade, mesmo em meio às dificuldades, sem medo”.


Na mensagem que enviaram a ela, na conclusão, escreveram: “Para muitos de nós, que não conheceram Chiara pessoalmente, o nosso encontro com você hoje foi a confirmação de que Chiara está sempre entre nós, está conosco. Sentimos o seu mor pessoal, com o seu encorajamento e a sua confiança. Você nos entende profundamente, está muito próxima de cada gen… Somos conscientes de que a verdadeira batalha começa agora que voltamos aos nossos países, mas aqui tivemos todas as repostas que precisávamos. As suas palavras, “não tenham medo”, nos ajudarão a levar Jesus a todos. Vamos com a alegria da redescoberta do chamado a trabalhar para levar a unidade ao mundo que está ao nosso redor!”.

Em todos os jovens existia a consciência de ter vivido um momento histórico, de ter feito uma experiência de vida e de unidade, que supera as divisões entre países há tempos em conflito, as desigualdades e as injustiças sociais e no campo econômico, sentindo-se protagonistas, junto com muitos outros, pelo destino da África, e trabalhando para que ela possa dar a própria contribuição, específica e insubstituível, para um mundo mais unido.

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha