terça-feira, 7 de julho de 2015

Palavra de Vida de Julho 2015

Palavra de Vida de Julho 2015

Julho de 2015
Palavra de Vida

«Tende confiança: Eu já venci o mundo!» (Jo 16, 33).

Com estas palavras, conclui-se o discurso de despedida que Jesus dirigiu aos seus discípulos durante a última ceia, antes de se entregar nas mãos daqueles que haviam de O levar à morte. Foi um diálogo íntimo, no qual Jesus revelou a realidade mais profunda da sua relação com o Pai e da missão que Ele lhe confiara. Jesus está para abandonar a Terra e voltar para o Pai, enquanto os seus discípulos vão permanecer no mundo, para continuar a Sua obra. E, como Jesus, também eles serão odiados, perseguidos e até condenados à morte (cf. 15, 18.20; 16, 2). A missão deles será tão difícil como foi a Sua. Ele conhece bem as dificuldades e as provações que os seus amigos irão ter que enfrentar: «No mundo tereis tribulações», disse também (16, 33). Jesus dirige-se aos apóstolos, reunidos à sua volta para essa última ceia, mas tem diante de si todas as gerações de discípulos que o haveriam de seguir, através dos séculos, e também nós. 

É mesmo verdade. Por entre as alegrias que vivemos no nosso caminho, não faltam as “tribulações”: a incerteza acerca do futuro, a precariedade do trabalho, a pobreza e as doenças, os sofrimentos causados pelas calamidades naturais e pelas guerras, a violência frequente nas famílias e entre as nações. Depois, há as tribulações que provêm do facto de sermos cristãos: a luta quotidiana para permanecer coerentes com o Evangelho, o sentido de incapacidade perante uma sociedade que parece indiferente à mensagem de Deus, a troça, o desprezo, e até a franca perseguição por parte daqueles que não aceitam ou se opõem à Igreja. Jesus conhece as tribulações, porque as viveu pessoalmente. Mas diz-nos:

«Tende confiança: Eu já venci o mundo!».

Esta afirmação, proferida tão decidida e convictamente, parece uma contradição. Como pode Jesus afirmar ter vencido o mundo, quando poucos momentos depois de ter pronunciado estas palavras seria feito prisioneiro, flagelado, condenado, morto da maneira mais cruel e vergonhosa? Mais do que ter vencido,
parece ter sido traído, abandonado, reduzido a nada, e, portanto, derrotado clamorosamente. Em que é que consiste a sua vitória? Sem dúvida, na ressurreição: a morte não tem poder sobre ele. A Sua vitória é tão poderosa que nos torna, também a nós, participantes dela: Ele torna-se presente entre nós, levando-nos consigo para a vida plena, na nova criação. Mas, antes disso, a sua vitória consistiu naquele ato de amor imenso, com o qual deu a vida por nós. Aqui, na derrota, Ele triunfa plenamente. Penetrando em todos os recônditos da morte, libertou-nos de tudo quanto nos oprime e transformou todo o nosso negativo, toda a nossa escuridão e sofrimento, num encontro com Ele, Deus, Amor, plenitude.

Sempre que pensava na vitória de Jesus, Paulo parecia enlouquecer de alegria. Se Cristo (assim se exprime Paulo) enfrentou todas as adversidades, até àquela suprema da morte e venceu, então também nós, com Ele e n’Ele, podemos vencer qualquer dificuldade. Não só, mas, graças ao seu amor, somos «mais do que vencedores»: «Estou convencido de que nem a morte nem a vida, (...) nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus que está em Cristo Jesus, Senhor nosso» (Rm 8, 37-39; cf. 1 Cor 15, 57). Compreende-se então o convite de Jesus a não termos medo de nada:

«Tende confiança: Eu já venci o mundo!».

Esta Palavra de Jesus, que manteremos viva durante todo o mês, poderá infundir em nós confiança e esperança. Por mais duras e difíceis que possam ser as circunstâncias em que nos encontrarmos, podemos ter a certeza de que Jesus já as fez suas e as superou. Embora nós não tenhamos a sua força interior, temo-lo a Ele mesmo, que vive e luta conosco. «Se tu venceste o mundo – poderemos dizer-lhe quando nos sentirmos esmagados pelas dificuldades, pelas provas e pelas tentações, saberás vencer também esta “tribulação”. Para mim, para a minha família, para os meus colegas de trabalho, aquilo que está a acontecer parece um obstáculo intransponível, temos a impressão de não conseguir suportar, mas, contigo entre nós, encontraremos a coragem e a força para enfrentar esta adversidade, até sermos “mais do que vencedores”».
Não se trata de ter uma visão triunfalista da vida cristã, como se tudo fosse fácil e já estivesse resolvido. Jesus é vitorioso precisamente no momento em que vive o drama do sofrimento, da injustiça, do abandono e da morte. A sua é a vitória de quem enfrenta o sofrimento por amor, de quem acredita na vida depois da morte.

Talvez também nós, como aconteceu com Jesus e com os mártires, por vezes temos que esperar pelo Céu, para vermos a vitória completa sobre o mal. Muitas
vezes, temos medo de falar do Paraíso, como se o facto de pensar nele fosse uma droga para não enfrentarmos com coragem as dificuldades, uma anestesia para atenuar os sofrimentos, um álibi para não lutarmos contra as injustiças. Pelo contrário, a esperança no Céu e a fé na ressurreição são um impulso poderoso para enfrentarmos todas as adversidades, para encorajarmos os outros nas provações, para acreditarmos que a palavra final é a palavra do amor que vence o ódio, a palavra da vida que vence a morte.

Portanto, sempre que formos confrontados com qualquer dificuldade – pessoal, daqueles que nos rodeiam, ou daqueles de quem tomamos conhecimento nos diversos pontos do mundo –, renovemos a confiança em Jesus, presente em nós e entre nós, que venceu o mundo, que nos torna participantes da sua própria vitória, que nos abre as portas do Paraíso para onde nos foi preparar um lugar. Deste modo, encontraremos a coragem para enfrentar todas as provas. Tudo poderemos vencer, n’Aquele que nos dá força.

Fabio Ciardi

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

terça-feira, 30 de junho de 2015

Projeto Amazônia - Edição 2015 em Abaetetuba

Projeto Amazônia - Edição 2015 em Abaetetuba

Projeto Amazônica - Edição 2015 em Abaetetuba 

Comunidade de Palmares, em Tailândia/PA

Nos Anos anteriores, o Projeto Amazônia, atuou nas comunidades da cidade e nas comunidades de algumas Ilhas e Estradas de Abaetetuba, mas a Edição 2015 do Projeto Amazônia, por sugestão do Bispo D. José Maria, deverá atender a Comunidade de Palmares, no município vizinho de Tailândia/PA.
Desenvolvimento da Edição 2015 do Projeto Amazônia

Como vem ocorrendo nos últimos anos, o Movimento dos Focolares desenvolve durante o mês de julho o Projeto Amazônia, que é uma atuação da “Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil”, voltada especialmente à Região Amazônica.


O lançamento oficial do Projeto acontecerá no reformado "Centro de Formação do Laranjal" no dia 04 de julho, com a presença de autoridades e de membros da comunidade local e outros lugares, seguindo-se o retiro de 04 e 05 de julho no referido centro, como preparação para os dias de evangelização na localidade Palmares, município de Tailândia/PA. 

Espera-se a presença de mais de 100 pessoas, haja vista o interesse que esse projeto desperta em membros da Igreja, do Movimento dos Focolares de Abaetetuba e de outros lugares do Pará e representantes de outros Estados Brasileiros, vindos especialmente como voluntários do Projeto.


Á exemplo das últimas edições do projeto, além dos Evangelizadores, contará com o apoio e presença de outros grupos católicos e de alguns órgãos, entidades e grupos civis de ações diversificadas, com presença nas visitas e encontros ou momentos do projeto.

Tudo já está devidamente organizado e as providências para esta edição do Projeto Amazônia foram muitas, o que já configura pleno êxito com resultados espirituais explêndidos para todos os atores do projeto, evangelizadores e evangelizados. Vide postagens anteriores com algumas experiências dos participantes, dando resposta à Igreja que lançou a semente, pois o projeto é um laboratório de modelo de vida evangélica, baseado no amor ao próximo, que leva à reciprocidade do amor e na criação da Unidade e Fraternidade entre os homens, conforme nos pede Jesus.

Respingos das Ações Passadas do Projeto Amazônia

Renovação entre os participantes do “Pacto de Unidade” para o início das visitas e encontros,  sorrisos, conversas, confidências. A Palavra de Vida que levamos é uma descoberta e todos manifestam o desejo de continuar no aprofundamento da Vida do Evangelho.
As visitas são ocasiões para “dar de beber a quem tem sede, dar de comer a quem tem fome…” não no sentido material, mas “na escuta das dores, na partilha dos sofrimentos e dos desafios de cada dia.
Trabalhar juntos para criar uma nova cultura, a nossa cultura que é a da verdade, da honestidade, da pureza, da legalidade, enfim a cultura do amor, que faz um mundo ‘novo.
Escutar sempre os visitados das comunidades, e com certeza eles ficarão muitos eles ficarão muito felizes com tudo e impressionados pelos resultados, com verdadeiros milagres e isso confirma que tudo é importante e vale o sacrifício dos evangelizadores.


Frase-Lema do Projeto Amazônia - Edição 2015
O projeto é promovido pelo Movimento dos Focolares, atendendo um pedido da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em vista da preocupação de vastas áreas amazônicas que não possuem a presença de comunidades eclesiais e de padres ou irmãs religiosas e, quando possuem uma Paróquia em um município, muitas comunidades só recebem a visita desses religiosos de mês a mês, ano a ano, em fato que preocupa a Igreja Católica no Brasil, pois essas pessoas precisam receber também a Mensagem evangelizadora de Jesus, que veio a este Mundo trazendo sua mensagem de Amor e Fraternidade para todos os homens. Prontamente os Dirigentes do Movimento dos focolares no Brasil aceitaram o convite da Igreja no Brasil e hoje essa ação já atinge outros Movimentos Eclesiais.

E Abaetetuba, apesar de possuir uma Diocese, esta não possui tantos religiosos e catequistas para atender o vasto território eclesiástico da Diocese, então, os leigos tem que também assumir o seu papel de evangelizadores em Unidade com a Igreja.
A Frase-Lema para a Edição 2015 do Projeto Amazônia em Abaetetuba é "Amar e servir o outro"

Interações das edições passadas do Projeto Amazônia
A interação das edições passadas do Projeto Amazônia em Abaetetuba com órgãos públicos – Defensoria Pública, IFPA, Prefeitura Municipal de Abaetetuba, Museu Emilio Goeldi, Associação Comercial, Alcoólicos Anônimos, Detran e outros – contribuiu com ações sociais segundo as necessidades da comunidade, como a formação à cidadania e a conscientização de seus direitos e deveres. Foi um passo muito importante, que abriu espaço de colaboração entre as entidades e a comunidade, que poderá ter continuidade também depois do Projeto, como já está acontecendo.
Para todo o grupo dos “missionários”, a experiência é sempre muito fascinante – um desafio de inculturação no uso dos objetos, do banheiro, da rede para dormir, nas comidas, das picados de mosquitos e forte calor – e ao mesmo tempo a experiência é forte e desafiadora. São momentos de verdadeira “conversões”, de ambos os lados, da exigência de reavaliar aquilo que se possui de material e de viver com ainda maior decisão o Ideal da Unidade e a Fraternidade Universal. 
Com a vivência do Evangelho a mudança é possível, pois encontra-se pessoas com todas as necessidades possíveis, como pessoas não limpas e nem cheirosas e outras muito doentes e deve-se logo dizer: : ‘é Jesus’, e logo fazer como Jesus faria se ali estivesse.
Vamos todos ao Projeto Amazônia, pois pode ser a nossa plena realização pessoal e espiritual.
 Assim também atendemos o convite do Papa Francisco de ir ao encontro das ‘periferias existenciais’, conscientes do nosso papel de protagonistas na criação de um mundo mais humano e mais cristão”

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ambientalismo e Recursos Naturais - Papa entra na política do clima e cobra países ricos


Ecologia e Recursos Naturais - Papa entra na política do clima e cobra países ricos
Fonte:  Observatório do Clima - www.oeco.org.br - Cintya Feitosa
Papa entra na política do clima e cobra países ricos

Clique na legenda acima e veja as fotos e textos

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Palavra de Vida de Junho 2015

Palavra de Vida de Junho 2015

28 Maio 2015
             
"Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com MUITAS Coisas. No entanto, Uma portanto E necessaria. "(Lc 10,41-42)

Quanto Afeto na repetição Deste nome: Marta, Marta. A casa de Betânia, a uns Três quilómetros de Jerusalém, e Um Lugar Onde Jesus costuma se intimidar parágrafo repousar com OS SEUS Discípulos. Fóruns la, na Cidade, He TEM de enfrentar DISCUSSÕES, Encontra Oposição e rejeição, enquanto that here Existe paz e acolhida.
Marta E empreendedora e Ativa. E o Que Ela demonstra TAMBÉM POR Ocasião da morte de Seu Irmão Lázaro, Quando Entra num Diálogo Sério com Jesus, não Qual o question com Energia. E UMA mulher forte, Que Mostra Uma grande fé. Diante da pergunta: "Cres Que Eu Sou a Ressurreição eA vida?", Responde ELA, sem hesitar: "Sim, Senhor, eu Creio" (cf. Jo 11,25-27).
Tambem ágora ELA ESTÁ atarefada na PREPARACAO de Uma acolhida digna do Mestre e dos SEUS Discípulos. Ela e uma Patroa, uma dona de casa (Como Diz o proprio nome: Marta Significa "Patroa") e, portanto, Responsável Sente-se. Provavelmente ESTÁ Preparando o Jantar PARA O ilustre hospede. Maria, SUA Irma, deixou-a Sozinha NAS SUAS ocupações. Contrariamente AOS Hábitos Orientais, em vez de Permanecer na cozinha, FICA escutando COM OS Homens Jesus Junto, sentada AOS SEUS pes, exatamente Como uma discípula Perfeita. Dai A Intervenção Um pouco ressentida de Marta: "Senhor, Não Te importas that Minha Irmã Me Deixe Sozinha com TODO o Serviço? Manda pois Que ELA Venha me Ajudar! "(Lc 10,40). Eis ENTÃO uma afetuosa e RESPOSTA Ao MESMO ritmo firme de Jesus:

"Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com MUITAS Coisas. No entanto, Uma portanto E necessaria. "

Sera que Jesus NÃO estava Satisfeito com o Espírito empreendedor EO Serviço generoso de Marta? NÃO LHE agradaria uma acolhida concreta e NÃO apreciaria de bom grado como iguarias that LHE estava Preparando? Pouco Desse Episódio DEPOIS, Nas parábolas, Jesus Elogia Administradores, Empresários e Empregados that SABEM Fazer tornar Talentos e Os negociar Bens (cf. Lc 12,42; 19,12-26). Elogia Até MESMO uma esperteza DELES (cf. Lc 16,1-8). Portanto, NÃO PODIA deixar de alegrar-se Ao ver uma mulher Tão Cheia de Iniciativa e Capaz De Uma acolhida Dinâmica e abundante.
O Que He repreende E um Ansiedade eA Preocupação Que ELA Põe no Trabalho. Fica agitada, "sozinha com TODO o Serviço" (Lc 10,40), Perdeu a calma. Não É Mais ELA Quem orienta O Trabalho, foi O Trabalho Que assumiu o Comando eA tiranizou. Ela NÃO ESTÁ Mais livre, Tornou-se escrava da SUA Ocupação.
NÃO Acontece Conosco also de as vezes nsa perdermos NAS mil Coisas a Serem Feitas? Somos atraídos e distraídos Pela internet, cabelo WhatsApp, inúteis Pelos SMS. MESMO QUANDO SE Trata de Compromissos serios Que nsa prendem, ELES PODEM nsa Fazer Esquecer Que devemos Estar atentos EAo Outros, como escutar PESSOAS Que estao Perto de Nós. O PERIGO E Sobretudo Perder de Vista Por qué e trabalhamos Para quem. E deixar that O Trabalho e como Otras ocupações se tornem um FIM si mesmos.
Ou senão, somos Tomados Pela Ansiedade e Pela Agitação Diante de Situações e Problemas dificeis Que dizem Respeito à Família, à Economia, à Carreira, à escola, ao Futuro Nosso OU DOS Filhos, Ate O Ponto de esquecermos como Palavras de Jesus: "portanto , Não vivais preocupados, dizendo: 'Que vamos comer? Que vamos beber? Como nos vamos vestir? ' Os pagãos E Que Vivem PROCURANDO Todas essas Coisas. Vosso Pai Que ESTÁ nsa Céus SABE Que precisais de Tudo Mais ISSO "(Mt 6,31-32). Tambem NÓS merecemos uma repreensão de Jesus:

"Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com MUITAS Coisas. No entanto, Uma portanto E necessaria. "

Qual è um Única Coisa necessaria? Escutar e viver como Palavras de Jesus. Nada, nada Absolutamente PODE Ser colocado Acima delas - e Dele Que fala. A Verdadeira Hospitalidade that Podemos oferecer Ao Senhor, faze-lo sentir-se em casa Há, E Acolher O Que He nsa Diz. Justamente Como fez Maria, that esqueceu Tudo, colocou-se um SEUS Pés e NÃO Perdeu Uma So de SUAS Palavras. Seremos guiados NÃO cabelo Desejo de aparecer OU Liderar, mas de agradar a Ele, de uma Estar Serviço de Seu reino.
Tal Como Marta, also Nós Somos chamados a Fazer "MUITAS COISAS" Para O Bem dos Outros. Jesus ensinou nsa that Ó Paí Quer that demos "muito fruto" (cf. Jo 15,8) e Que façamos Até Obras AINDA MAIORES fazer that Ele (cf. Jo 14,12). Portanto, de Nós de Ele espera Dedicação, paixão no Trabalho that TEMOS uma executar, criatividade, ousadia, Iniciativa. Mas sem Ansiedade e Agitação, com Aquela paz Que VEM fazer Fato de sabermos that Estamos cumprindo a Vontade de Deus.
A Única Coisa Que importa E, pois, tornarmo-nsa Discípulos de Jesus, deixarmos que viva em Nós, estarmos atentos Às SUAS Sugestões, A SUA voz sutil Que nsa orienta momento por momento. Desse Modo Será He Quem nsa Guairá em Todas As Nossas Ações.
Ao executar como "MUITAS Coisas" não estaremos distraídos e desatentos Porque, seguindo como Palavras de Jesus, Seremos motivados SOMENTE cabelo de amor. Em TODAS como ocupações faremos Semper Uma Só Coisa: amar.

Fabio Ciardi 

Reproduzido cabelo Blog do Ademir Rocha       

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Palavra de Vida de Maio 2015


Fonte: www.focolares.org
29 Abril 201529 Abril 2015+

“Mas Deus, rico em misericórdia, pelo imenso amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos por causa dos nossos pecados, deu-nos a vida com Cristo.” (Ef 2,4-5)

Quando Deus apareceu a Moisés no monte Sinai, proclamou a própria identidade definindo a si mesmo: “O Senhor, o Senhor, Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel” (Ex 34,6). A Bíblia hebraica indica a natureza desse amor de misericórdia com uma palavra que faz lembrar o seio materno, lugar de onde provém a vida. E com outra palavra expressa ainda outros aspectos do amor-misericórdia: fidelidade, benevolência, bondade, solidariedade. Apresentando-se “misericordioso”, Deus mostra a sua dedicação para com cada uma de suas criaturas, como faz uma mãe pelo seu filho: ela o ama, está atenta a ele, protege-o, cuida dele.

Maria, no Magnificat, canta a misericórdia do Todo-Poderoso, que “se estende de geração em geração” (cf. Lc 1,50). O próprio Jesus o diz, ao revelar Deus como um “Pai”, próximo e atento a todas as nossas necessidades, pronto a perdoar, a doar tudo aquilo de que temos necessidade: “faz nascer o seu sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos”.

O seu amor é realmente “rico” e “imenso”, como é definido pela Carta aos Efésios, na qual se encontra esta Palavra de Vida:

“Mas Deus, rico em misericórdia, pelo imenso amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos por causa dos nossos pecados, deu-nos a vida com Cristo.”

É como que um brado de alegria de Paulo, que brota quando se contempla a ação extraordinária realizada por Deus em nosso favor: estávamos mortos e nos fez reviver, dando-nos uma vida nova.

A frase começa com um “mas”, indicando um contraste com aquilo que Paulo tinha constatado antes: a condição trágica da humanidade, esmagada por culpas e pecados, prisioneira de desejos egoístas e maus, sob a influência das forças do mal, em aberta rebelião contra Deus, merecendo portanto que se desencadeasse sobre nós a sua ira (cf. Ef 2,1-3). Pelo contrário, em vez de castigar – daí Paulo mostrar-se tão pasmado – Deus dá a vida: não se deixa conduzir pela ira, mas pela misericórdia e pelo amor.

Jesus já tinha dado a entender esse modo de agir de Deus, por meio das parábolas: do pai que acolhe de braços abertos o filho que tinha decaído numa vida desumana; do bom pastor que vai à procura da ovelha perdida e a leva sobre os ombros para casa; do bom samaritano que trata as feridas do homem que tinha caído nas mãos dos assaltantes (cf. Lc 15,11-32; 3-7; 10,30-37).

Deus, Pai misericordioso, simbolizado nas parábolas, não só nos perdoou, mas nos deu a própria vida de seu filho Jesus, deu-nos a plenitude da vida divina. Daí o hino de gratidão:

“Mas Deus, rico em misericórdia, pelo imenso amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos por causa dos nossos pecados, deu-nos a vida com Cristo.”

Esta Palavra de Vida deveria despertar em nós a mesma alegria e gratidão de Paulo e da primeira comunidade cristã. Também com relação a cada um de nós, Deus se mostra “rico em misericórdia” e “imenso no amor”, pronto a perdoar e a dar-nos nova confiança. Não existe situação de pecado, de dor, de solidão, na qual Ele não se torne presente, não se coloque ao nosso lado para acompanhar-nos no nosso caminho, em que não nos dê confiança, a possibilidade de ressurgir e a força de recomeçar sempre.

Quando o Papa Francisco apareceu pela primeira vez para a oração do “Angelus”, em 17 de março de 2013, começou falando da misericórdia de Deus, tema que passou a abordar habitualmente. Na ocasião, ele disse: “O rosto de Deus é o de um pai misericordioso, que sempre tem paciência… que nos entende, nos espera, não se cansa de nos perdoar…”. Terminou essa primeira breve saudação lembrando que: “Ele é o Pai de amor que sempre perdoa, que tem aquele coração de misericórdia para com todos nós. E também nós, aprendamos a ser misericordiosos para com todos”.

Essa última indicação nos sugere um modo concreto de viver a Palavra de Vida.

Se Deus é rico em misericórdia e imenso no amor com relação a nós, também nós somos chamados a ser misericordiosos para com os outros. Se Ele ama pessoas más, inimigas de Deus, também nós deveríamos aprender a amar aqueles que não são “dignos de amor”, até mesmo os inimigos. Jesus não nos disse: “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”? (Mt 5,7); não pediu que fôssemos “misericordiosos como vosso Pai é misericordioso”? (Lc 6,36). Também Paulo convidava suas comunidades, escolhidas e amadas por Deus, a se vestirem “com sentimentos de compaixão, com bondade, humildade, mansidão, paciência” (Cl 3,12).

Se chegamos a acreditar no amor de Deus, também nós poderemos amar com aquele amor que assume toda situação de dor e de necessidade, que desculpa tudo, que protege, que sabe dedicar-se. Seremos testemunhas do amor de Deus e ajudaremos a todos aqueles que encontrarmos a descobrirem que também para eles Deus é rico em misericórdia e imenso no amor.



Fabio Ciardi 
  
Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha                           

sábado, 2 de maio de 2015

Miritifest - Edição 2015 - Abaetetuba


MIRITIFEST - Edição 2015 - ABAETETUBA
No dia 1/5/2015, pela parte da manhã, teve início o 12º Festival do Miriti
ou Miritifest, onde aconteceram alguns eventos e o início da exposição dos famosos Brinquedos de Miriti de Abaetetuba

 O Festival do Miriti de Abaetetuba, nos últimos anos, vinha perdendo o vigor e a qualidade no que diz diz respeito a sua organização e apresentação de eventos, que carecia de uma melhor exposição dos Brinquedos de Miriti, ao lado de outras atrações que pudessem dizer algo melhor da Cultura, do Folclore e da Culinária típica de Abaetetuba. O Secretário de Cultura do governo da prefeita Francinete Carvalho, Manoel de Jesus Rodrigues de Moraes, contando com o apoio da Prefeitura Municipal, da Associação dos Artesões de Miriti de Abaetetuba (ASAMAB), junto com José Hélio Maciel, saíram atrás de entidades e pessoas do melhor quilate, para fazer em 2015 um Festival do Miriti que correspondesse à fama que o dito Festival já desfruta à nível local e estadual. Assim a equipe correu atrás de patrocinadores e de grupos musicais, folclóricos e culturais para preencher os dias do Festival, com uma série de eventos e apresentações artísticas da melhor qualidade, ao lado da exposição dos Brinquedos de Miriti e da típica Culinária de Abaetetuba e também das dezenas de barracas para vendas de produtos diversos do artesanato em geral e de barracas de guloseimas, comidas e bebidas, espalhadas pelos diversos canteiros da Praça da Bandeira e suas ruas adjacentes. Além de tudo isso, conseguiram trazer para Abaetetuba o programa de sucesso chamado "É do Pará", da TV Liberal, que no sábado, dia 2 de maio, estará fazendo cobertura ao vivo das exposições dos Brinquedos de Miriti e dos vários eventos desse dia.
 Vide o cartaz da Programação do 12º Miritifest

Há mais de duzentos anos que os Brinquedos de Miriti de Abaetetuba já saíram da condição de ícones da Cultura de Abaetetuba  e que nesses mais de 200 anos já são parte integrante do Círio de Nazaré, em Belém. Leia nossas postagens de Círio e Festa de Nazaré

Algumas fotos do 12º Miritifest 
Felinos
Onças, garças e guarás
 Onças
 onças, garças, guarás, cavalos

 Barcos caravelas feitos com o coforote de frutos da palmeira inajageiro
Espelhos em miriti

 Carrossel, barquinhos, espelhos

 Quadros em miriti
Licor

Felinos

 Corujas, palhaços
Personagens da TV
 Bicas-bicas
Ratos


Bicas-bicas

 Pássaros



Onças


 Pássaros diversos, inclusive com asas abertas
 Barcos
Um dos aspectos que dá mais beleza aos Brinquedos de Miriti de Abaetetuba é a pintura que dá mais realce e graciosidade a esses brinquedos


Parte dos abaetetubenses que estão morando em outros lugares do Brasil e que vierem visitar sua cidade natal se defrontarão com a reforma e construções da Praça da Conceição, onde parte dos elementos da antiga arquitetura dessa praça foram derrubados em favor do que agora se vê na dita
Praça
Arrastão Cultural do Festival do Miriti
 Melhor idade no Arrastão Cultural
Arrastão em frente da Escola Basílio de Carvalho




Fotos acima do Arrastão Cultural
Grande barco de miriti em exposição na Praça da Bandeira
 Instrumentos musicais fabricados artesanalmente
 Nossa S. da Conceição em miriti

Paissandu e Remo juntos no Festival
 do Miriti
Quadro em alto relevo de miriti
Arrastão e povo assistindo
Girândola de cataventos
Sr. Adonias Gomes com seus brinquedos à venda na exposição

 Melhor Idade e Filhos de Gandhi ou do Umbandismo

 Exposição de fotos antigas de Abaetetuba
 Barraca na Praça
 Camarões e barcos em miriti
Povo visitando e comprando brinquedos de Miriti

 Estandes e quiosques na Praça
Palco com povo assistindo apresentações
Povo na Praça com e vendedores em quiosques e bancas

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA