segunda-feira, 5 de maio de 2014

Miritifest 2014 - Galeria de Fotos

Miritifest 2014 - Galeria de Fotos


Fonte:  www.agenciapara.com.br
Começou na última quinta-feira, 1º, e seguiu até  domingo, 4/5/2014, o 11º Miritifest em Abaetetuba, no nordeste paraense. O evento reuniu os trabalhos de mais de 50 artesãos do  miriti e outros materiais, somando mais de 35 mil peças expostas ao público. São aguardados cerca de 45 mil visitantes durante os quatro dias da programação e a expectativa da Associação dos Artesãos de Brinquedos e Artesanatos de Miriti de Abaetetuba (Asamab), promotora do evento, é que cerca de 30 mil brinquedos sejam comercializados.
Como se explora bastante a árvore da palmeira miritizeiro, existe o perigo de sua extinção, daí a inicitativa da EMATER junto aos artesões do miriti para a conscientização desses artesões e de outros artesões que usam partes dessa palmeira que tem múltiplos usos na cultura e comércio abaetetubense: meio de subsistência, cestaria, matéria de artesanato, complemento na construção da habitação, além da utilização do fruto do qual é produzido o típico mingau de miriti. E a bucha da haste da folha da palmeira é usada para a fabricação do tradicional brinquedo de miriti, símbolo de Abaetetuba. Segundo dados da Emater, a preservação das palmeiras do miriti está intimamente ligada à preservação da fauna e da flora regional, uma vez que é habitat natural para pequenos animais como a mucura, a cobra, o tatu e a paca, além de área de fuga para médios animais, como o porco do mato. “Também existe uma relação com a várzea, ecossistema onde a árvore ajuda a preservar o volume de água, deixando a terra sempre úmida mesmo na vazante da maré, que acontece a cada seis horas”, explica Geovanny Farache, técnico da Emater.
A arte do miriti reflete em sua maioria a fauna, a flora e as embarcações utilizadas para a navegação nos rios da Amazônia. Entre os grandes símbolos da arte em miriti está à cobra-que-mexe, brinquedo engenhosamente articulado permite movimento quando exposto ao vento ou arrastado pelo chão com por meio de um fio. A arte produzida a partir do miriti mistura o lúdico e o estético.
 Barcos popopô

 Barcos rabetas e canoas grande à vela


 Chapéu de miriti e barco de canoa grande à vela
Os barcos de todos os tipos são brinquedos tradicionais fabricados pelos artesões do miriti

 Novos artefatosproduzidos pelos artesões do miriti de Abaetetuba


 Araras, corujas, garças, guarás, papagaios, tucanos são algumas aves produzidas em miriti


 Peixes e uma infinidade de brinquedos de miriti são produzidos pelos artesões de miriti de Abaetetuba



Barcos-motores (B/M)


As banquinhas de exposiçãos dos brinquedos e outros artefatos são construídas com o braço e talas do miritizeiro




Além das motivações da flora, fauna e cultura amazônica, outras motivações nacionais e internacionais já são fontes de inspiração para a produção dos brinquedos e artefatos de miriti



 Além da polpa do miriti, outros brinquedos e artefatos foram colocados à venda por artesões em madeira e tecidos

Brinquedos de miriti em miniatura

 Camarão do Baixo Tocantins e Marajó


 Onça


 Brinquedos e outros artefatos com motivações nacionais e internacionais


Pássaros amazônicos



 Utilidades para o lar são produzidos pelos artesões de Abaetetuba



Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

sábado, 3 de maio de 2014

A Ditadura da Felicidade - Texto de clicfolha.com.br

A Ditadura da Felicidade

Fonte: www.clicfolha.com.br

30/04/2014 às 20h25

A ditadura da felicidade

Por Padre Robison Inácio


Sem comentários
Já estamos todos acostumados a ouvir que temos que ser felizes, a qualquer preço. Durante a conversa com uma jovem ouvi a seguinte ideia: “Me esforço para viver o hoje e ser feliz, custe o que custar.” A fala dessa jovem me fez pensar em uma ditadura velada que tem determinado a forma de pensar e o comportamento de uma maioria esmagadora de pessoas: a ditadura da felicidade. A sociedade de consumo e de bem-estar dita que ser feliz é um dever a ser cumprido. Este ser feliz é marcado por um reducionismo perigoso, que na prática consiste em poder consumir e gozar de todas as facilidades promovidas pela cultura do bem-estar. A ideia de que “você tem que ser feliz, custe o que custar” é tão prejudicial quanto a ausência total de felicidade.

A pessoa que se programa para ser feliz, a todo instante, não consegue lidar com o fracasso, com a frustração, com a incapacidade e nem com a ineficiência. A ditadura da felicidade é tão cruel quanto os métodos utilizados pelos nazistas para purificar a raça ariana ou quanto os métodos de tortura utilizados pelos militares, durante o regime de exceção. Quem não corresponde aos ditames do ser feliz é excluído do convívio social e dos círculos de consumo. A sociedade de consumo e de bem- estar apregoa que para ser feliz, a pessoa deve consumir até chegar ao estado otimizado de bem- estar. Muitos são os que se enveredam por esse caminho e constatam, após anos de consumo desenfreado, um vazio existencial profundo.

Ser feliz o tempo todo é um propósito que a vida neste mundo não suporta. A busca pela felicidade é justa e louvável, entretanto, aceitar a infelicidade, como possibilidade, nos ajuda a viver com mais equilíbrio. Nossa vida, neste mundo, consiste na alternância constante entre momentos de felicidade e de infelicidade. O desejo de ser feliz a todo instante, dentro de uma realidade finita, revela uma falta de compreensão acerca do sentido da vida. Descobrir o sentido da vida consiste em perceber a razão que nos faz viver bem, conjugando, a felicidade e a infelicidade, sem chegar a desistir da existência.

A felicidade genuína está associada, fundamentalmente, ao ser e não ao ter. Não basta a posse, considerando que a felicidade está relacionada ao modo de ser no mundo. Adeptos da doutrina marxista militam para construir, neste mundo, o paraíso sem luta de classes. Nesse paraíso terreno, as pessoas seriam felizes e essa felicidade seria garantida pela ditadura do proletariado. Nesse aspecto o capitalismo e a doutrina marxista se confluem, e ambos defendem a importância de um paraíso terrestre, que proporcione às pessoas a felicidade a qualquer custo. O cristianismo é, profundamente, humilde ao reconhecer a impossibilidade de felicidade total, neste mundo, e ao apresentar a felicidade, em plenitude, como reserva escatológica para o momento vindouro, chamado eternidade.

O cristianismo insiste na importância de construir uma vida feliz aqui, uma felicidade que seja elevada à plenitude, na vida do mundo que há de vir. A fundadora do Movimento Focolares, Chiara Lubich, em um de seus escritos afirmou: “construímos o paraíso aqui para habitá-lo lá.” Nesta afirmação, vemos esgotada toda pretensão humana de construir o paraíso neste mundo para habitá-lo aqui mesmo. O pensamento de Chiara Lubich salvaguarda a reserva escatológica, tão cara à tradição cristã. A proposta cristã de vida feliz comporta a aceitação do sofrimento, da dor, da perseguição, da pobreza e da morte, sem perder a esperança na vida bem-aventurada, que terá seu pleno acabamento na eternidade.

No horizonte cristão ser feliz implica aceitar que Deus nos criou para a felicidade, entretanto, essa felicidade está marcada com o sinal da cruz. O sofrimento é significado pela cruz e este madeiro é erguido como uma síntese perfeita de maldição e de redenção. Não podemos ignorar o princípio teológico que concebe a criação de Deus como uma realidade limitada e imperfeita. O limite e a imperfeição da criação ajudam a estabelecer a distinção clara entre criador e criatura. O ser humano, obra-prima da criação, é limitado e imperfeito, logo, sua busca pela felicidade será sempre limitada e imperfeita e mesmo esforçando-se para esgotar todas as possibilidades, neste mundo, jamais viverá, totalmente, feliz aqui. A felicidade não está em nós e sim no Totalmente Outro. Nós só a experimentaremos com liberdade e plenitude quando estivermos com Ele e n’Ele, definitivamente.

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha








terça-feira, 15 de abril de 2014

Palavra de Vida de Abril 2014

Palavra de Vida de Abril 2014

Abril 2014

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pv-chiara«Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei» (Jo 13, 34).

Talvez fosse bom saber quando foi que Jesus disse estas frases. Pois bem, foi antes do início da sua paixão. De facto, pronunciou naquela altura como que uma despedida, que constitui o seu testamento e do qual fazem parte estas palavras.
Por isso são mesmo importantes!
Se aquilo que diz um pai, antes de morrer, nunca mais é esquecido, como será com as palavras de um Deus?
Tomemo-las então muito a sério e, juntos, vamos procurar compreendê-las profundamente.
 
«Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei».
 
Jesus está prestes a morrer e tudo aquilo que diz reflete este próximo acontecimento. De facto, a sua iminente partida exige sobretudo a solução de um problema. Como poderá ele permanecer entre os seus a fim de poder seguir a Igreja?
Sabemos que Jesus está presente, por exemplo, nos atos sacramentais: na Eucaristia da Missa Ele torna-se presente.
Pois bem, também onde se vive o amor recíproco Jesus está presente. Com efeito, Ele disse: «Onde estiverem dois ou três reunidos no meu nome (e isto é possível mediante o amor recíproco) Eu estarei no meio deles» (Mt 18, 20).
Portanto, na comunidade, cuja vida profunda é o amor recíproco, Ele pode permanecer eficazmente presente. E, através da comunidade, pode continuar a revelar-se ao mundo, pode continuar a influir sobre o mundo.
Não é fantástico? Não nos dá vontade de viver já este amor, juntamente com os cristãos que nos estão próximos?
São João, que cita as palavras que estamos a aprofundar, vê no amor recíproco o mandamento por excelência da Igreja, cuja vocação é precisamente ser comunhão, ser unidade.
 
«Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei».
 
Jesus diz logo a seguir: «Disto todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35).
Se queremos procurar o verdadeiro sinal de autenticidade dos discípulos de Cristo, se queremos conhecer o seu distintivo, devemos identificá-lo no amor recíproco vivido.
É por este sinal que se reconhecem os cristãos. E, se ele faltar, o mundo nunca mais vai descobrir Jesus na Igreja.
 
«Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei».
 
O amor recíproco cria a unidade. Mas qual é o efeito da unidade? «… Que sejam um – diz ainda Jesus – para que o mundo acredite...» (Jo 17, 21). A unidade, revelando a presença de Cristo, leva o mundo a segui-Lo. Diante da unidade, do amor recíproco, o mundo acredita n’Ele. 

«Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei».
 
No mesmo discurso de despedida, Jesus chama «seu» a este mandamento.
É seu, e, portanto, é-lhe especialmente querido.
Não o devemos interpretar simplesmente como uma norma, uma regra ou um mandamento como os outros. Com ele, Jesus quer revelar-nos um modo de viver, quer dizer-nos como fundamentar a nossa existência. Na verdade, os primeiros cristãos punham este mandamento na base das suas vidas. Dizia São Pedro: «Sobretudo, mantende entre vós uma grande caridade» (1 Pe 4, 8).
Antes de trabalhar, antes de estudar, antes de ir à Missa, antes de qualquer atividade, verifiquemos se entre nós e aqueles que vivem conosco reina o amor mútuo. Se assim for, sobre esta base, tudo tem valor. Sem este fundamento, nada é agradável a Deus. 

«Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei».
 
Jesus diz-nos, além disso, que este mandamento é «novo». «Dou-vos um mandamento novo».
O que quer isso dizer? Talvez que este mandamento ainda não era conhecido?
Não. «Novo» significa feito para os «novos tempos».
De que se trata, então?
De facto, Jesus morreu por nós. Portanto, amou-nos até à medida extrema. Mas que amor era o seu? Realmente não era como o nosso. O seu era, e é, um amor ‹‹divino››. Diz Ele: «Como o Pai me amou, assim também eu vos amei» (Jo 15, 9). Amou-nos, portanto, com o mesmo amor com que Ele e o Pai se amam.
E é com esse mesmo amor que nós nos devemos amar reciprocamente, para pormos em prática o mandamento ‹‹novo».
Mas nós não temos um amor semelhante. Mas alegremo-nos, porque o recebemos como cristãos. E quem é que nos dá? O Espírito Santo infunde-o nos nossos corações, no coração de todos os crentes.
Existe então uma afinidade entre o Pai, o Filho e nós cristãos, devido ao único amor divino que possuímos. É este amor que nos insere na Trindade. É este amor que nos torna filhos de Deus.
É por este amor que o Céu e a Terra estão ligados, como por uma grande corrente. Por este amor a comunidade cristã é levada à esfera de Deus e a realidade divina vive na Terra, onde os crentes se amam.
Não é de uma beleza divina tudo isto e extraordinariamente fascinante a vida cristã?
Chiara Lubich 
1) Publicada em Città Nuova 1980/8, pp. 40-41.

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Palavra de Vida de Março 2014

Palavra de Vida de Março 2014


Fonte: encontropalavradevida.blogspot.com,br     Equipa Palavra de Vida

Sábado, 1 de Março de 2014

Palavra de Vida - março - adolescentes

Para os mais jovens aqui fica a Palavra de Vida deste mês, uma síntese ilustrada do comentário de Chiara Lubich. Pode fazer-se o download para o computador ou clicar em cima para ver a imagem maior.


Palavra de Vida - março - com desenhos

Para as crianças aqui fica a Palavra de Vida deste mês - adaptação ao comentário de Chiara Lubich - ilustrada com desenhos. Pode fazer-se o download para o computador, para imprimir e pintar ou clicar em cima para ver a imagem maior.

Palavra de Vida - março

«Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu, que tenho guardado os mandamentos do meu Pai, também permaneço no seu amor» (Jo 15, 10).

Estas palavras fazem parte do extenso discurso, incluído no quarto Evangelho (cf. Jo 13, 31-17, 26), que Jesus dirigiu aos seus apóstolos depois da última ceia. Vem em evidência que a observância dos seus mandamentos nos faz permanecer no amor. É uma frase que se liga a um versículo anterior, em que Jesus diz aos seus apóstolos: ‹‹Se me amardes, guardareis os meus mandamentos» (Jo l4, 15), de onde se conclui que o amor a Jesus deve ser a motivação, a raiz de onde deve partir a observância dos seus mandamentos.
Por isso, existe uma interdependência entre o amor a Jesus e a observância dos seus mandamentos. O amor a Jesus leva-nos a viver cada vez mais fielmente a sua palavra. E, ao mesmo tempo, a palavra de Jesus vivida faz-nos permanecer e também crescer, cada vez mais, no amor a Ele. 

«Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu, que tenho guardado os mandamentos do meu Pai, também permaneço no seu amor».

Permanecer, pois, no seu amor. Mas o que é que Jesus quer dizer com esta expressão?
Não há dúvida que quer dizer que a observância dos seus mandamentos é o sinal, a prova de que somos seus verdadeiros amigos. É a condição para que também Jesus nos retribua e nos garanta a sua amizade. Mas parece querer dizer também que a observância dos seus mandamentos constrói em nós aquele amor que é característico de Jesus. Comunica-nos aquele modo de amar, que nós vemos em toda a sua vida terrena: um amor que fazia de Jesus uma coisa só com o Pai e, ao mesmo tempo, o impelia a identificar-se e a ser uma coisa só com todos os seus irmãos, especialmente os mais pequenos, os mais fracos, os mais marginalizados.
O amor de Jesus era um amor que curava todas as feridas da alma e do corpo, dava uma paz e uma alegria profunda, vencia toda e qualquer divisão restabelecendo a fraternidade e a unidade entre todos.
Se pusermos em prática a sua palavra, Jesus viverá em nós e fará também de nós instrumentos do seu amor.
 
«Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu, que tenho guardado os mandamentos do meu Pai, também permaneço no seu amor».

Como viver então a Palavra de Vida deste mês? Recordando e orientando-nos com determinação para o objetivo que ela nos propõe: uma vida cristã que não se limite a uma observância redutiva, fria e exterior dos mandamentos, mas que o faça com generosidade. Os santos agiram assim. E são a Palavra de Deus viva.
Neste mês, escolhamos uma sua Palavra, um seu mandamento, e procuremos traduzi-lo em vida.
Dado que o Mandamento Novo de Jesus (‹‹Amai-vos uns aos outros como eu vos amei›› – cf. Jo 15, 12) é, de certa forma, o centro, a síntese de todas as palavras de Jesus, vivamo-lo com toda a radicalidade.
Chiara Lubich

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Palavra de Vida de Fevereiro 2014

Palavra de Vida do Mês de Fevereiro de 2014


Postagem em Construção

Fonte: encontropalavradevida.blogspot.com.br

sábado, 1 de Fevereiro de 2014


Palavra de Vida - fevereiro

«Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus» (Mt 5, 8)
Jesus começa a sua pregação com o Sermão da Montanha. Em frente ao lago de Tiberíades, num monte perto de Cafarnaúm, sentado – como costumavam fazer os mestres –, Jesus anuncia às multidões o homem das bem-aventuranças. No Antigo Testamento usava-se muitas vezes a palavra «bem-aventurado», exaltando a pessoa que cumpria, das mais variadas formas, a Palavra do Senhor.
Nas bem-aventuranças de Jesus encontrava-se, em parte, um eco das bem-aventuranças que os discípulos já conheciam. No entanto, era a primeira vez que eles ouviam dizer que os puros de coração – como cantava o Salmo – eram, não só dignos de subir ao monte do Senhor (cf. Sl 24, 4), mas até de poder ver Deus. Qual era, então, essa pureza tão sublime que tinha tanto mérito? Jesus haveria de explicá-lo repetidas vezes durante a sua pregação. Procuremos, por isso, segui-lo, para nos abeirarmos da fonte da verdadeira pureza.
«Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus».
 
Antes de mais nada, para Jesus, há um meio supremo de purificação: «Vós já estais purificados pela Palavra que vos tenho anunciado» (Jo 15, 3). Não são tanto os exercícios rituais que purificam o espírito, mas a sua Palavra. A Palavra de Jesus é diferente das palavras humanas. Nela está presente Cristo, como também – de outro modo – está presente na Eucaristia. Por meio da Palavra, Cristo entra em nós e, se a deixarmos agir, torna-nos livres do pecado e, portanto, puros de coração.
Por conseguinte, a pureza é o resultado da Palavra vivida, fruto de todas aquelas Palavras de Jesus que nos libertam dos chamados “apegos” em que forçosamente caímos se não tivermos o coração fixado em Deus e nos seus ensinamentos. Esses apegos podem ser em relação às coisas, às criaturas, ou a nós mesmos. Mas, se o coração estiver fixado unicamente em Deus, tudo o resto deixa de nos atrair.
Para ter êxito nesta tarefa, pode ser útil repetir a Jesus, a Deus, durante o dia, aquela invocação do Salmo que diz: «És tu, Senhor, o meu único bem!» (cf. Sl 16, 2). Procuremos repeti-lo frequentemente e, sobretudo, quando os vários apegos ameaçarem arrastar o nosso coração para imagens, sentimentos e paixões que possam ofuscar a ideia do bem e tirar-nos a liberdade.
Somos levados a olhar para certos cartazes publicitários, a assistir a certos programas de televisão? Digamos-Lhe: «És tu, Senhor, o meu único bem». Será este o primeiro passo que nos fará sair de nós mesmos, declarando de novo a Deus o nosso amor. E assim vamos adquirindo a pureza.
Sentimos, por vezes, que uma pessoa ou uma atividade se interpõem, como um obstáculo, entre nós e Deus e turvam a nossa relação com Ele? É o momento de Lhe repetir: «És tu, Senhor, o meu único bem». Isto ajudar-nos-á a purificar as nossas intenções e a reencontrar a liberdade interior.
«Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus».
 
A Palavra vivida torna-nos livres e puros porque é amor. É o amor que purifica, com o seu fogo divino, as nossas intenções e todo o nosso espírito, pois, segundo a Bíblia, o «coração» é a morada mais profunda da inteligência e da vontade.
Mas existe um amor que Jesus nos recomenda e que nos permite viver esta bem-aventurança. É o amor recíproco, de quem está pronto a dar a vida pelos outros, seguindo o exemplo de Jesus. Esse amor cria uma corrente, cria uma reciprocidade, uma atmosfera, cuja nota dominante é precisamente a transparência, a pureza, devido à presença de Deus que é o único que pode criar em nós um coração puro (cf. Sl 51, 12). É vivendo o amor recíproco que a Palavra actua com os seus efeitos de purificação e de santificação.
O indivíduo isolado é incapaz de resistir muito tempo às solicitações do mundo. Pelo contrário, no amor recíproco, encontra um ambiente são, capaz de proteger a sua pureza e toda a sua existência cristã autêntica.
«Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus».
 
E eis, então, o fruto desta pureza, sempre reconquistada: pode-se «ver» Deus, isto é, compreender a sua ação na nossa vida e na História; ouvir a sua voz no coração; descobrir a sua presença onde ela se encontra: nos pobres, na Eucaristia, na sua Palavra, na comunhão fraterna, na Igreja.
É um saborear antecipadamente a presença de Deus, que começa já nesta vida, «pois caminhamos pela fé e não pela visão» (2 Cor 5, 7) até ao momento em que O «veremos face a face» (1 Cor 13, 12) por toda a eternidade. 
Chiara Lubich 
Clique nas legendas abaixo e leia mais sobre o Movimento dos Focolares

sábado, 18 de janeiro de 2014

Palavra de Vida - Janeiro 2014

Sábado, 18 de janeiro de 2014
Fonte: equipapalavradevida.blogspot

Palavra de Vida - janeiro - adolescentes

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Para os mais jovens aqui fica a Palavra de Vida deste mês, uma síntese ilustrada do comentário de Chiara Lubich. Pode fazer-se o download para o computador ou clicar em cima para ver a imagem maior.

Para adolescentes dos 10 aos 12:



Para adolescentes a partir dos 13:



Palavra de Vida - janeiro - com desenhos

Para as crianças aqui fica a Palavra de Vida deste mês - adaptação ao comentário de Chiara Lubich - ilustrada com desenhos. Pode fazer-se o download para o computador, para imprimir e pintar ou clicar em cima para ver a imagem maior.

Palavra de Vida - janeiro

«Cristo, único fundamento da Igreja» (cf. 1 Cor 3, 11)
janeiro de 2014 (1)
Do dia 18 ao dia 25 de janeiro, celebra-se, em muitas nações do mundo, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. No entanto, há locais em que esta intenção é recordada no Pentecostes.
A frase escolhida para a Semana de Oração deste ano é: «Estará Cristo dividido?» (1 Cor 1, 13).
Chiara Lubich, geralmente, comentava o versículo bíblico proposto. Para manter este seu contributo, propomos um texto onde ela comenta o versículo: «Cristo, único fundamento da Igreja» (cf. 1 Cor 3, 11), escrito em janeiro de 2005, que poderá servir como aprofundamento da frase proposta este ano.                
                                                     
«Cristo, único fundamento da Igreja» (cf. 1 Cor 3, 11) (2).
Estava-se no ano 50 d. C. quando S. Paulo chegou a Corinto. Esta grande cidade da Grécia era famosa pelo importante porto comercial e tinha uma grande vivacidade devido às suas numerosas correntes de pensamento. Foi aí que, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos tinham a tendência de se apegarem às pessoas que lhes levavam a mensagem de Cristo, e não ao próprio Cristo. Surgiam assim as fações: «Eu sou de Paulo», diziam alguns; e outros, sempre referindo-se ao seu apóstolo preferido: «Eu sou de Apolo», ou: «Eu sou de Pedro».
Perante a divisão que perturbava a comunidade, S. Paulo afirma com força que os construtores da Igreja – que ele comparava a um edifício ou a um templo – podem ser muitos, mas o alicerce é só um, a pedra viva: Cristo Jesus.
Sobretudo neste mês, durante a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é o seu único fundamento, e que só aderindo a Ele e vivendo o único Evangelho de Cristo podem encontrar a total e visível unidade entre elas.

«Cristo, único fundamento da Igreja».
 
Fundar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu.
Mas como nos podemos fundar, alicerçar n’Ele? Como nos podemos tornar uma só coisa com Ele?
Pondo em prática o Evangelho.
Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se encarnou. E, se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós só seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que impregnam toda a sua vida com a Palavra de Deus.
Se nós vivermos as suas palavras, ou melhor, se as suas palavras viverem em nós, de maneira a tornarmo-nos “Palavras vivas”, seremos um com Ele, estaremos mais próximos d’Ele. Já não viverá o eu ou o nós, mas a Palavra em todos. Verificaremos que, vivendo assim, podemos dar um contributo para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade.
Tal como o corpo respira para viver, do mesmo modo a alma, para viver, vive a Palavra de Deus.
Um dos primeiros frutos é o nascimento de Jesus em nós e entre nós. Isto provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos – sejam eles europeus ou asiáticos, australianos, americanos ou africanos – os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, das pessoas, da sociedade. (…)
A Palavra vivida torna-nos livres dos condicionamentos humanos, infunde alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos, pouco a pouco, em outros Ele.

«Cristo, único fundamento da Igreja».
 
Mas há uma Palavra que resume todas as outras, é amar: amar a Deus e ao próximo. Jesus sintetiza nesta palavra «toda a Lei e os Profetas» (cf. Mt 22,40).
O facto é que, cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diferentes, é Palavra de Deus. Mas, como Deus é Amor, cada Palavra é caridade.
Como viver então este mês? Como nos ligarmos estreitamente a Cristo, «único fundamento da Igreja»? Amando como Ele nos ensinou.
«Ama e faz o que quiseres» (3), disse Santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica. Porque, quando amamos não erramos, mas realizamos plenamente a vontade de Deus.
Chiara Lubich
 
1) Publicada em Cidade Nova, 2005/01, p. 20, em versão integral; 2) 1 Cor 3, 11: «Ninguém pode pôr um fundamento diferente do que já foi posto: Jesus Cristo»; 3) em Comentário da Primeira Epístola de S. João, Tratado VII, 8, p. 151 (Ed. Paulinas, S. Paulo, Brasil, 1989).

Palavra de Vida - Janeiro 201

Adultos
Fonte: www.focolare.org

Janeiro 2014
Paulo chegou a Corinto no ano 50. Era uma grande cidade da Grécia, famosa pelo importante porto comercial e muito animada devido às suas numerosas correntes de pensamento. Ali, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos corriam o risco de apegar-se aos portadores da mensagem de Cristo, mais do que ao próprio Cristo. E assim nasciam as facções: “Eu sou de Paulo”, diziam alguns; e outros, referindo-se sempre ao apóstolo de sua preferência: “Eu sou de Apolo”, ou então: “Eu sou de Pedro”.
Diante da divisão que inquietava a comunidade, Paulo, comparando a Igreja a uma construção, a um templo, afirma com força que os construtores podem ser muitos, mas um só é o fundamento, a pedra viva: Cristo Jesus.
Sobretudo neste mês, no qual em muitos países se celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos2, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é seuúnico fundamento e que, somente aderindo a Ele e vivendo o seu Evangelho – que é único –, elas podem encontrar a unidade plena e visível entre si.
“Cristo, único fundamento da Igreja
Alicerçar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu.
Mas, como podemos nos alicerçar Nele, enraizar-nos Nele? Como podemos nos tornar uma só coisa com Ele?
Colocando em prática o Evangelho.
Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se fez carne. E se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que moldam inteiramente a própria vida de acordo com a Palavra de Deus.
Se nós vivemos as suas palavras, ou melhor ainda, se as suas palavras vivem em nós até o ponto de nos transformar em “Palavras vivas”, somos um com Ele, estreitamo-nos a Ele; não vive mais o “eu” ou o “nós”, mas em todos vive a Palavra. Isso nos permite pensar que, vivendo assim, daremos uma contribuição para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade.
Assim como o corpo respira para viver, da mesma forma a alma, para viver, põe em prática a Palavra de Deus.
Um dos primeiros efeitos disso é o nascimento de Jesus em nós e entre nós, o que provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos, quer sejam europeus ou asiáticos, ou australianos, ou americanos, ou africanos, os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, de cada pessoa, da sociedade.
[...] A Palavra vivida nos torna livres dos condicionamentos humanos, gera alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos pouco a pouco em outros Cristo.
“Cristo, único fundamento da Igreja”
Mas existe uma Palavra que resume todas as outras: é amar. Amar a Deus e ao próximo. Nessa Palavra Jesus sintetiza “toda a Lei e os Profetas” (cf. Mt 22,40).
O fato é este: cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diversificados, é Palavra de Deus; e uma vez que Deus é Amor, cada Palavra é amor, é caridade.
Como viveremos, então, neste mês? Como podemos estreitar-nos a Cristo, “único fundamento da Igreja”? Amando da forma como Ele nos ensinou.
“Ama e faze o que queres” (in Jo. Ep. tr., 7,8) disse santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica; pois quem ama não erra, mas cumpre plenamente a vontade de Deus.
Chiara Lubich

1) 1Cor3,11: “De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo.”
2) Em diversas partes do mundo, os cristãos celebram a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, ela é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes (em 2014 será de 1º a 8 de junho). Este ano a frase bíblica escolhida como lema é: “Será que Cristo está dividido?” (1Cor 1,13). A Palavra de Vida de janeiro se enquadra nessa mesma perspectiva.
Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em janeiro de 2005.
Reproduzido pelo Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA
sábado, 18 de janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Adultos Fonte: www.focolare.org Janeiro 2014 “Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)1 Paulo chegou a Corinto no ano 50. Era uma grande cidade da Grécia, famosa pelo importante porto comercial e muito animada devido às suas numerosas correntes de pensamento. Ali, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos corriam o risco de apegar-se aos portadores da mensagem de Cristo, mais do que ao próprio Cristo. E assim nasciam as facções: “Eu sou de Paulo”, diziam alguns; e outros, referindo-se sempre ao apóstolo de sua preferência: “Eu sou de Apolo”, ou então: “Eu sou de Pedro”. Diante da divisão que inquietava a comunidade, Paulo, comparando a Igreja a uma construção, a um templo, afirma com força que os construtores podem ser muitos, mas um só é o fundamento, a pedra viva: Cristo Jesus. Sobretudo neste mês, no qual em muitos países se celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos2, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é seuúnico fundamento e que, somente aderindo a Ele e vivendo o seu Evangelho – que é único –, elas podem encontrar a unidade plena e visível entre si. “Cristo, único fundamento da Igreja” Alicerçar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu. Mas, como podemos nos alicerçar Nele, enraizar-nos Nele? Como podemos nos tornar uma só coisa com Ele? Colocando em prática o Evangelho. Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se fez carne. E se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que moldam inteiramente a própria vida de acordo com a Palavra de Deus. Se nós vivemos as suas palavras, ou melhor ainda, se as suas palavras vivem em nós até o ponto de nos transformar em “Palavras vivas”, somos um com Ele, estreitamo-nos a Ele; não vive mais o “eu” ou o “nós”, mas em todos vive a Palavra. Isso nos permite pensar que, vivendo assim, daremos uma contribuição para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade. Assim como o corpo respira para viver, da mesma forma a alma, para viver, põe em prática a Palavra de Deus. Um dos primeiros efeitos disso é o nascimento de Jesus em nós e entre nós, o que provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos, quer sejam europeus ou asiáticos, ou australianos, ou americanos, ou africanos, os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, de cada pessoa, da sociedade. [...] A Palavra vivida nos torna livres dos condicionamentos humanos, gera alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos pouco a pouco em outros Cristo. “Cristo, único fundamento da Igreja” Mas existe uma Palavra que resume todas as outras: é amar. Amar a Deus e ao próximo. Nessa Palavra Jesus sintetiza “toda a Lei e os Profetas” (cf. Mt 22,40). O fato é este: cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diversificados, é Palavra de Deus; e uma vez que Deus é Amor, cada Palavra é amor, é caridade. Como viveremos, então, neste mês? Como podemos estreitar-nos a Cristo, “único fundamento da Igreja”? Amando da forma como Ele nos ensinou. “Ama e faze o que queres” (in Jo. Ep. tr., 7,8) disse santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica; pois quem ama não erra, mas cumpre plenamente a vontade de Deus. Chiara Lubich 1) 1Cor3,11: “De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo.” 2) Em diversas partes do mundo, os cristãos celebram a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, ela é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes (em 2014 será de 1º a 8 de junho). Este ano a frase bíblica escolhida como lema é: “Será que Cristo está dividido?” (1Cor 1,13). A Palavra de Vida de janeiro se enquadra nessa mesma perspectiva. Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em janeiro de 2005. Reproduzido pelo Blog do DO ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA ganhar dinheiro com artesanato
sábado, 18 de janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Adultos Fonte: www.focolare.org Janeiro 2014 “Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)1 Paulo chegou a Corinto no ano 50. Era uma grande cidade da Grécia, famosa pelo importante porto comercial e muito animada devido às suas numerosas correntes de pensamento. Ali, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos corriam o risco de apegar-se aos portadores da mensagem de Cristo, mais do que ao próprio Cristo. E assim nasciam as facções: “Eu sou de Paulo”, diziam alguns; e outros, referindo-se sempre ao apóstolo de sua preferência: “Eu sou de Apolo”, ou então: “Eu sou de Pedro”. Diante da divisão que inquietava a comunidade, Paulo, comparando a Igreja a uma construção, a um templo, afirma com força que os construtores podem ser muitos, mas um só é o fundamento, a pedra viva: Cristo Jesus. Sobretudo neste mês, no qual em muitos países se celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos2, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é seuúnico fundamento e que, somente aderindo a Ele e vivendo o seu Evangelho – que é único –, elas podem encontrar a unidade plena e visível entre si. “Cristo, único fundamento da Igreja” Alicerçar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu. Mas, como podemos nos alicerçar Nele, enraizar-nos Nele? Como podemos nos tornar uma só coisa com Ele? Colocando em prática o Evangelho. Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se fez carne. E se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que moldam inteiramente a própria vida de acordo com a Palavra de Deus. Se nós vivemos as suas palavras, ou melhor ainda, se as suas palavras vivem em nós até o ponto de nos transformar em “Palavras vivas”, somos um com Ele, estreitamo-nos a Ele; não vive mais o “eu” ou o “nós”, mas em todos vive a Palavra. Isso nos permite pensar que, vivendo assim, daremos uma contribuição para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade. Assim como o corpo respira para viver, da mesma forma a alma, para viver, põe em prática a Palavra de Deus. Um dos primeiros efeitos disso é o nascimento de Jesus em nós e entre nós, o que provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos, quer sejam europeus ou asiáticos, ou australianos, ou americanos, ou africanos, os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, de cada pessoa, da sociedade. [...] A Palavra vivida nos torna livres dos condicionamentos humanos, gera alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos pouco a pouco em outros Cristo. “Cristo, único fundamento da Igreja” Mas existe uma Palavra que resume todas as outras: é amar. Amar a Deus e ao próximo. Nessa Palavra Jesus sintetiza “toda a Lei e os Profetas” (cf. Mt 22,40). O fato é este: cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diversificados, é Palavra de Deus; e uma vez que Deus é Amor, cada Palavra é amor, é caridade. Como viveremos, então, neste mês? Como podemos estreitar-nos a Cristo, “único fundamento da Igreja”? Amando da forma como Ele nos ensinou. “Ama e faze o que queres” (in Jo. Ep. tr., 7,8) disse santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica; pois quem ama não erra, mas cumpre plenamente a vontade de Deus. Chiara Lubich 1) 1Cor3,11: “De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo.” 2) Em diversas partes do mundo, os cristãos celebram a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, ela é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes (em 2014 será de 1º a 8 de junho). Este ano a frase bíblica escolhida como lema é: “Será que Cristo está dividido?” (1Cor 1,13). A Palavra de Vida de janeiro se enquadra nessa mesma perspectiva. Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em janeiro de 2005. Reproduzido pelo Blog do DO ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA ganhar dinheiro com artesanato

 sábado, 18 de janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Adultos Fonte: www.focolare.org Janeiro 2014 “Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)1 Paulo chegou a Corinto no ano 50. Era uma grande cidade da Grécia, famosa pelo importante porto comercial e muito animada devido às suas numerosas correntes de pensamento. Ali, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos corriam o risco de apegar-se aos portadores da mensagem de Cristo, mais do que ao próprio Cristo. E assim nasciam as facções: “Eu sou de Paulo”, diziam alguns; e outros, referindo-se sempre ao apóstolo de sua preferência: “Eu sou de Apolo”, ou então: “Eu sou de Pedro”. Diante da divisão que inquietava a comunidade, Paulo, comparando a Igreja a uma construção, a um templo, afirma com força que os construtores podem ser muitos, mas um só é o fundamento, a pedra viva: Cristo Jesus. Sobretudo neste mês, no qual em muitos países se celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos2, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é seuúnico fundamento e que, somente aderindo a Ele e vivendo o seu Evangelho – que é único –, elas podem encontrar a unidade plena e visível entre si. “Cristo, único fundamento da Igreja” Alicerçar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu. Mas, como podemos nos alicerçar Nele, enraizar-nos Nele? Como podemos nos tornar uma só coisa com Ele? Colocando em prática o Evangelho. Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se fez carne. E se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que moldam inteiramente a própria vida de acordo com a Palavra de Deus. Se nós vivemos as suas palavras, ou melhor ainda, se as suas palavras vivem em nós até o ponto de nos transformar em “Palavras vivas”, somos um com Ele, estreitamo-nos a Ele; não vive mais o “eu” ou o “nós”, mas em todos vive a Palavra. Isso nos permite pensar que, vivendo assim, daremos uma contribuição para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade. Assim como o corpo respira para viver, da mesma forma a alma, para viver, põe em prática a Palavra de Deus. Um dos primeiros efeitos disso é o nascimento de Jesus em nós e entre nós, o que provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos, quer sejam europeus ou asiáticos, ou australianos, ou americanos, ou africanos, os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, de cada pessoa, da sociedade. [...] A Palavra vivida nos torna livres dos condicionamentos humanos, gera alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos pouco a pouco em outros Cristo. “Cristo, único fundamento da Igreja” Mas existe uma Palavra que resume todas as outras: é amar. Amar a Deus e ao próximo. Nessa Palavra Jesus sintetiza “toda a Lei e os Profetas” (cf. Mt 22,40). O fato é este: cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diversificados, é Palavra de Deus; e uma vez que Deus é Amor, cada Palavra é amor, é caridade. Como viveremos, então, neste mês? Como podemos estreitar-nos a Cristo, “único fundamento da Igreja”? Amando da forma como Ele nos ensinou. “Ama e faze o que queres” (in Jo. Ep. tr., 7,8) disse santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica; pois quem ama não erra, mas cumpre plenamente a vontade de Deus. Chiara Lubich 1) 1Cor3,11: “De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo.” 2) Em diversas partes do mundo, os cristãos celebram a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, ela é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes (em 2014 será de 1º a 8 de junho). Este ano a frase bíblica escolhida como lema é: “Será que Cristo está dividido?” (1Cor 1,13). A Palavra de Vida de janeiro se enquadra nessa mesma perspectiva. Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em janeiro de 2005. Reproduzido pelo Blog do DO ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA 
 sábado, 18 de janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Adultos Fonte: www.focolare.org Janeiro 2014 “Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)1 Paulo chegou a Corinto no ano 50. Era uma grande cidade da Grécia, famosa pelo importante porto comercial e muito animada devido às suas numerosas correntes de pensamento. Ali, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos corriam o risco de apegar-se aos portadores da mensagem de Cristo, mais do que ao próprio Cristo. E assim nasciam as facções: “Eu sou de Paulo”, diziam alguns; e outros, referindo-se sempre ao apóstolo de sua preferência: “Eu sou de Apolo”, ou então: “Eu sou de Pedro”. Diante da divisão que inquietava a comunidade, Paulo, comparando a Igreja a uma construção, a um templo, afirma com força que os construtores podem ser muitos, mas um só é o fundamento, a pedra viva: Cristo Jesus. Sobretudo neste mês, no qual em muitos países se celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos2, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é seuúnico fundamento e que, somente aderindo a Ele e vivendo o seu Evangelho – que é único –, elas podem encontrar a unidade plena e visível entre si. “Cristo, único fundamento da Igreja” Alicerçar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu. Mas, como podemos nos alicerçar Nele, enraizar-nos Nele? Como podemos nos tornar uma só coisa com Ele? Colocando em prática o Evangelho. Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se fez carne. E se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que moldam inteiramente a própria vida de acordo com a Palavra de Deus. Se nós vivemos as suas palavras, ou melhor ainda, se as suas palavras vivem em nós até o ponto de nos transformar em “Palavras vivas”, somos um com Ele, estreitamo-nos a Ele; não vive mais o “eu” ou o “nós”, mas em todos vive a Palavra. Isso nos permite pensar que, vivendo assim, daremos uma contribuição para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade. Assim como o corpo respira para viver, da mesma forma a alma, para viver, põe em prática a Palavra de Deus. Um dos primeiros efeitos disso é o nascimento de Jesus em nós e entre nós, o que provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos, quer sejam europeus ou asiáticos, ou australianos, ou americanos, ou africanos, os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, de cada pessoa, da sociedade. [...] A Palavra vivida nos torna livres dos condicionamentos humanos, gera alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos pouco a pouco em outros Cristo. “Cristo, único fundamento da Igreja” Mas existe uma Palavra que resume todas as outras: é amar. Amar a Deus e ao próximo. Nessa Palavra Jesus sintetiza “toda a Lei e os Profetas” (cf. Mt 22,40). O fato é este: cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diversificados, é Palavra de Deus; e uma vez que Deus é Amor, cada Palavra é amor, é caridade. Como viveremos, então, neste mês? Como podemos estreitar-nos a Cristo, “único fundamento da Igreja”? Amando da forma como Ele nos ensinou. “Ama e faze o que queres” (in Jo. Ep. tr., 7,8) disse santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica; pois quem ama não erra, mas cumpre plenamente a vontade de Deus. Chiara Lubich 1) 1Cor3,11: “De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo.” 2) Em diversas partes do mundo, os cristãos celebram a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, ela é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes (em 2014 será de 1º a 8 de junho). Este ano a frase bíblica escolhida como lema é: “Será que Cristo está dividido?” (1Cor 1,13). A Palavra de Vida de janeiro se enquadra nessa mesma perspectiva. Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em janeiro de 2005. Reproduzido pelo Blog do DO ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA sábado, 18 de janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Palavra de Vida - Janeiro de 2014 Adultos Fonte: www.focolare.org Janeiro 2014 “Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)1 Paulo chegou a Corinto no ano 50. Era uma grande cidade da Grécia, famosa pelo importante porto comercial e muito animada devido às suas numerosas correntes de pensamento. Ali, durante 18 meses, o Apóstolo anunciou o Evangelho e lançou as bases de uma florescente comunidade cristã. Depois dele, outros continuaram a obra de evangelização. Mas os novos cristãos corriam o risco de apegar-se aos portadores da mensagem de Cristo, mais do que ao próprio Cristo. E assim nasciam as facções: “Eu sou de Paulo”, diziam alguns; e outros, referindo-se sempre ao apóstolo de sua preferência: “Eu sou de Apolo”, ou então: “Eu sou de Pedro”. Diante da divisão que inquietava a comunidade, Paulo, comparando a Igreja a uma construção, a um templo, afirma com força que os construtores podem ser muitos, mas um só é o fundamento, a pedra viva: Cristo Jesus. Sobretudo neste mês, no qual em muitos países se celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos2, as Igrejas e as comunidades eclesiais recordam juntas que Cristo é seuúnico fundamento e que, somente aderindo a Ele e vivendo o seu Evangelho – que é único –, elas podem encontrar a unidade plena e visível entre si. “Cristo, único fundamento da Igreja” Alicerçar a nossa vida em Cristo significa ser uma só coisa com Ele, pensar como Ele pensa, querer aquilo que Ele quer, viver como Ele viveu. Mas, como podemos nos alicerçar Nele, enraizar-nos Nele? Como podemos nos tornar uma só coisa com Ele? Colocando em prática o Evangelho. Jesus é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus que se fez carne. E se Ele é a Palavra que assumiu a natureza humana, nós seremos verdadeiros cristãos se formos homens e mulheres que moldam inteiramente a própria vida de acordo com a Palavra de Deus. Se nós vivemos as suas palavras, ou melhor ainda, se as suas palavras vivem em nós até o ponto de nos transformar em “Palavras vivas”, somos um com Ele, estreitamo-nos a Ele; não vive mais o “eu” ou o “nós”, mas em todos vive a Palavra. Isso nos permite pensar que, vivendo assim, daremos uma contribuição para que a unidade entre todos os cristãos se torne uma realidade. Assim como o corpo respira para viver, da mesma forma a alma, para viver, põe em prática a Palavra de Deus. Um dos primeiros efeitos disso é o nascimento de Jesus em nós e entre nós, o que provoca uma mudança de mentalidade: injeta no coração de todos, quer sejam europeus ou asiáticos, ou australianos, ou americanos, ou africanos, os mesmos sentimentos de Cristo diante das circunstâncias, de cada pessoa, da sociedade. [...] A Palavra vivida nos torna livres dos condicionamentos humanos, gera alegria, paz, simplicidade, plenitude de vida, luz. Fazendo-nos aderir a Cristo, transforma-nos pouco a pouco em outros Cristo. “Cristo, único fundamento da Igreja” Mas existe uma Palavra que resume todas as outras: é amar. Amar a Deus e ao próximo. Nessa Palavra Jesus sintetiza “toda a Lei e os Profetas” (cf. Mt 22,40). O fato é este: cada Palavra, embora sendo expressa em termos humanos e diversificados, é Palavra de Deus; e uma vez que Deus é Amor, cada Palavra é amor, é caridade. Como viveremos, então, neste mês? Como podemos estreitar-nos a Cristo, “único fundamento da Igreja”? Amando da forma como Ele nos ensinou. “Ama e faze o que queres” (in Jo. Ep. tr., 7,8) disse santo Agostinho, como que sintetizando a norma de vida evangélica; pois quem ama não erra, mas cumpre plenamente a vontade de Deus. Chiara Lubich 1) 1Cor3,11: “De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo.” 2) Em diversas partes do mundo, os cristãos celebram a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, ela é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes (em 2014 será de 1º a 8 de junho). Este ano a frase bíblica escolhida como lema é: “Será que Cristo está dividido?” (1Cor 1,13). A Palavra de Vida de janeiro se enquadra nessa mesma perspectiva. Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em janeiro de 2005. Reproduzido pelo Blog do DO ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA