terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Palavra de Vida de Fevereiro 2016



Palavra de Vida – Fevereiro de 2016
 Cerâmica Marajoara Ancestral


27 Janeiro 2016
“Qual mãe que consola os filhos, assim vou dar-vos meu consolo.” (Is 66,13)
Quem nunca viu uma criança chorar e lançar-se nos braços da mãe? Qualquer que seja a razão da preocupação, grande ou pequena, a mãe enxuga suas lágrimas, cobre-a de carinhos e pouco depois a criança volta a sorrir. Basta-lhe sentir a presença e o afeto da mãe. É isso que Deus faz conosco, comparando-se Ele mesmo a uma mãe.
É com essas palavras que Deus se dirige ao seu povo que retorna do exílio da Babilônia. Depois de ver destruídas suas próprias casas e arrasado o Templo, depois de ter sido deportado para uma terra estranha onde teve de amargar desilusões e desconforto, o povo volta à própria pátria, tendo de recomeçar tudo a partir das ruínas da destruição sofrida.
A tragédia vivida por Israel é a mesma que se repete ainda hoje para tantos povos em guerra, vítimas de atos terroristas ou de exploração desumana. Casas e ruas devastadas, marcos simbólicos da própria identidade arrasados, bens depredados, lugares de culto destruídos.
Quantas pessoas sequestradas, milhões de fugitivos, milhares que encontram a morte nos desertos ou pelas rotas do mar. Parece um apocalipse.
Essa Palavra de Vida é um convite a acreditar na ação amorosa de Deus, mesmo lá onde não se percebe a sua presença. É um anúncio de esperança. Ele está ao lado de quem sofre perseguições, injustiças, exílio. Está conosco, com a nossa família, com o nosso povo. Ele conhece a nossa dor pessoal e a dor de toda a humanidade. Ele se fez um de nós, até o ponto de morrer na cruz. Por isso Ele sabe compreender-nos e consolar-nos. Exatamente como uma mãe que toma a criança ao colo e a consola.
É necessário abrir os olhos e o coração para “vê-Lo”. Na medida em que experimentarmos a ternura do seu amor, conseguiremos transmiti-la a todos os que vivem na dor e na provação e nos tornaremos instrumentos de consolação. O apóstolo Paulo sugere isso também os coríntios: “… para que, com a consolação que nós mesmos recebemos de Deus, possamos consolar os que se acham em toda e qualquer aflição” (2Cor 1,4).
Isso é também a experiência íntima, concreta de Chiara Lubich: “Senhor, dá-me todos os que estão sós… Senti em meu coração a paixão que invade o teu, por todo o abandono em que o mundo inteiro está imerso. Amo todo ser doente e só. Quem consola o seu pranto? Quem tem pena de sua morte lenta? E quem estreita ao próprio coração o coração desesperado? Meu Deus, faze que eu seja no mundo o sacramento tangível do teu Amor: que eu seja os braços teus que estreitam a si e consomem no amor toda a solidão do mundo.”1
Colaboração de Fabio Ciardi
Juntamente com muitos irmãos e irmãs de diversas Igrejas, queremos viver esta Palavra de Vida, escolhida por um grupo ecumênico na Alemanha, para que essa promessa de Deus nos acompanhe ao longo de todo o ano.
1 Chiara Lubich, Ideal e Luz,São Paulo : Cidade Nova 2003, p. 123.
Foto de João Gomide

Reproduzido pelo blog do Ademir Rocha

domingo, 31 de janeiro de 2016

Ig-Miri - Família Correa de Miranda 2 - Genealogias e Engenhos 2

Ig-Miri - Família Correa de Miranda 2 - Genealogia e Engenhos 2
A foto acima é de Oswaldo Correa de Miranda, nascido em 29/1/1916, filho de Claúdio Correa de Miranda e Hermelinda Correa de Miranda, cuja autorização de publicação foi de sua filha recifense Antonia Maria Alves Miranda, nascida em 1942 e que está à procura de seus parentes paraenses. A Foto é para identificar fisionomias. Grato por quaisquer informações: Ademir Rcoha

Caro Marco Miranda,

Em relação às suas perguntas abaixo e de outras mais recentes, fizemos uma postagem que, penso, será interessante para você analisar a história de sua família dos Correa de Miranda.

Suas perguntas:
Caso vc tenha dados sobre o Barão de Cairari e possa postar seria muito bom. Agradeço muito.
O escritor Eládio Lobato tem alguma publicação? Sabe onde posso encontrar a obra dele?
Bem... procuro um despachante em Igarapé-Miri (ou proximidades) que pudesse me ajudar a encontrar alguns dados sobre a família (como por exemplo o atestado de óbito do Barão de Cairari).
Existe algum despachante que vc conheça e possa mandar o telefone ou e-mail?
Mais uma vez agradeço muito a gentileza.
Desejo a vc e a sua família um ótimo Natal e um Ano Novo cheio de muita Paz.
Abraços
Marco Miranda.

1ª resposta do Blog do prof. Ademir Rocha:
Caro Marco Miranda,
Os seus ancestrais, os primeiros Correa de Miranda, eram tradicionais donos de engenhos em Igarapé-Miri e também em Abaeté, Anapu, Cairary e Moju. O 2º Manoel João Correa de Miranda, deixou como herança para seu filho Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary muitos bens, entre os quais alguns engenhos nas localidades Anapu e Cairary, agora Moju. Se vc tiver acesso à monografia de Helder Bruno Palheta Ângelo, vai se deparar com muitas informações da família Correa de Miranda, que é objeto da monografia desse pesquisador. E se você acessar no Google o termo Barão de Cairary, também vão aparecer muitas informações, como data de nascimento e falecimento e outras informações. Também os livros do escritor miriense Eládio Lobato trazem muitas informações sobre essa família. Se vc quiser eu posso fazer uma postagem sobre alguns dados do Barão de Cairary.
Desejo a vc e a seus familiares um Natal em fraternidade e um Ano Novo de muitas graças para todos.
Prof. Ademir Rocha

A NOVA POSTAGEM SOBRE OS CORREA DE MIRANDA COM O ACRÉSCIMO DE DADOS DE NOVAS PESQUISAS DO BLOG E DE MARCO MIRANDA:

Camila11 de fevereiro de 2011 07:14 Olá...quero lhes dizer que são muito sinistras essas informações...Meu nome é José Correa de Miranda Neto...meu avô é Paraense e eu Sou Carioca...será que eu Estaria ligado essas pessoas todas? Fica a Duvida no Ar...rsrsrs ResponderExcluir - Nєτσ Break -11 de fevereiro de 2011 07:16
Desculpe o Comentario a Cima estar no Nome de Camila...eu não reparei que havia enviado pelo gmail dela...
BLOG DO PROF. ADEMIR ROCHA 11 de fevereiro de 2011 14:52
Caro José Correa de Miranda Neto, Obrigado pela visita ao Blog. Sobre seus questionamentos existem algumas respostas. Os Correa de Miranda oriundos de Igarapé-Miri/Pa vêm dos tempos coloniais do Brasil e eram uma família numerosa e com alguns membros ricos e poderosos que do Pará se espalharam por outras partes do Brasil. Muitos deles conseguiram se formar engenheiros e advogados fora do Pará e muitos se mudaram para São Paulo e Rio de Janeiro. Vide a nova postagem sobre os Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa onde foram extraídas informações de documentos da era provincial do Pará. Quem sabe vc não é um descendente dessa poderosa e tradicional família. Existem outras vertentes de Correa de Miranda. Abraços do Prof. Ademir Rocha.

MARCOS NEEMIAS ONLINE 21 de fevereiro de 2011 05:29 Olá Professor. Naturalmente, o sr. deve saber que a arte acima refere-se à capa do livro ABAETETUBA, de Luiz Reis. A título de informação este livro será relançado talvez ainda em 2011. Se puder postar a informação, fico grato. Marcos Reis
BLOG DO PROF. ADEMIR ROCHA22 de fevereiro de 2011 17:40 Caro Marcos Reis, Como o advogado Luiz Reis era amicíssimo de meu pai e eu me considero também seu amigo, será uma honra para mim fazer a informação da reedição desse que considero o 1º livro de história e memória de Abaetetuba. Como estou preparando uma postagem sobre a família Reis de Abaetetuba, vou antecipar algumas onformações sobre essa tradicional família de Abaetetuba. Um abraço do Professor Ademir Rocha. 

Junior9 de maio de 2011 04:45 Olá Prof. Ademir, meu nome e Joaquim Correa de Miranda, fico muito agradecido pela informação da Familia C. Miranda, e a familia continua a crescer. vlw...
BLOG DO PROF. ADEMIR ROCHA9 de maio de 2011 18:05 Caro Joaquim Correa de Miranda, Obrigado pela visita e disponha do Blog. Tenhos outras informações sobre os Correa de Miranda que ainda não tive tempo de publicar devido muitas outras postagens que tenho sobre variados assuntos de Abaetetuba e região. O Blog também é interativo e os visitantes e seguidores podem fazer suas correções e acrescentar dados. Um abraço do Ademir Rocha

BLOG DO PROF. ADEMIR ROCHA30 de dezembro de 2011 18:46 Caros descendentes da Família Correa de Miranda, Tem a seguinte questão que nós estamos moralmente comprometido com a resposta e não a temos: A Sra. Antonia Maria Alves de Miranda e sua filha Simone Miranda, moradoras em recife/Pe e descendente dos Correa de Miranda, querem notícias de seus parentes do Pará ou Brasil. Antonia é filha de Oswaldo Correa de Miranda (este nascido a 29/1/1916 no Pará) e Maria Haidée Alves Miranda e Oswaldo, era filho de Cláudio Correa de Miranda e Hermelinda Correa de Miranda. Antonia hoje está com 70 anos e que encontrar seus parentes. Por favor, algum de vcs tem essa resposta? Feliz Ano Novo para todos os descendentes dos Correia de Miranda no Brasil. De Ademir Rocha

Marco Miranda10 de julho de 2012 11:27 Prezado Prof. Ademir: É um grande prazer visitar seu blog. Seria possível solicitar uma gentileza? Meu e-mail é marmiranda@globo.com. O senhor poderia repassá-lo para os outros dewcendentes da família Correa de Miranda que escreveram no seu blog? Gostaria de ter contato com eles. Desde já agradeço. Atenciosaemnte, Marco MIranda

PESM19 de julho de 2012 09:37 Prezado Professor : Meu nome é Paulo Eduardo Saldanha de Miranda, porém sou neto de Francisco Corrêa de Miranda (nascido em Itajubá-MG em 13/10/1885)e bisneto de Manoel Corrêa de Miranda. Será que existe alguma ligação com o Pará. Será que existe em Itajuba-MG Algum possível meu parente. Meu e-mail é: paulomirandaes@gmail.com

BLOG DO ADEMIR ROCHA19 de julho de 2012 14:25 Caro amigo Paulo Eduardo Saldanha de Miranda, obrigado pela visita ao Blog e continue a dispor do mesmo. Os primeiros Correa de Miranda eram portugueses e já são citados no Pará a partir do século 18 e em nossa postagem citamos 2 dos primeiríssimos dessa família e os demais devem ter se espalhado pelo Brasil. Em Manaus/Am existiu presidente de província com esse sobrenome e descobrir a conexão genealógica dos antigos membros dessa família é difícil. Os Francisco e Manoel nessa família, conforme nossas publicações, são muitos. Somente uma visita às origens dessa família em Portugal nos daria uma resposta mais convincente. Existem Correa de Miranda em PE que estão tentando descobrir o mesmo. Veja em documentos de Francisco Correa de Miranda se existem respostas a dar à família de PE. Vide Simone e Antonia Miranda. Abraços, de Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa.

BLOG DO ADEMIR ROCHA19 de julho de 2012 14:30 Caro Marco Miranda, publiquei esta postagem no Facebook e estabeleci correspondência com Simone e Antonia Miranda de PE, que são também descendentes dessa família e contatei outros. Os de Pe já contataram? Abraços, de Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa.

Márcia Miranda23 de outubro de 2013 11:24 Caro, Ademir. Achei muito interessante a sua pesquisa sobre a genealogia da família Correa de Miranda, também descendo de uma família Miranda e meu avô se chamava Luiz Gozanga Correa de Miranda, somos todos de Belém. Será que há a possibilidade de termos algum parentesco com essa família? Att, Márcia Miranda

BLOG DO ADEMIR ROCHA23 de outubro de 2013 12:55 Cara Márcia Miranda, os Correa de Miranda vêm desde antes do século 18, cujos membros em Ig-Miri e Abaetetuba eram influentes na política, no comércio e com nomes de peso em Belém, onde ocuparam vários cargos em todas as instâncias do poder e, depois, se diluíram em outras famílias. Mas os descendentes dos Correa de Miranda estão ainda em Belém, Rio de Janeiro, Pernambuco e outros lugares. Se vc mandar os nomes de seus ancestrais (pais, avós, bisavós) talvez possamos encontrar algum elo de parentesco. Agçs, Ademir Rocha

Amanda Serrão18 de março de 2014 14:01 Prezado professor, Sou descendente dos Pinheiros e Oliveiras citados aqui entre as famílias de Iguarapé- Miri, no entanto, tenho uma dúvida. O capitão Manoel João Pinheiro e o senhor Basileu Benício de Oliveira eram filhos de colonizadores portugueses? Muito obrigada pelas informações e meus parabéns pela pesquisa. email amandaserrao@yahoo.com.br

BLOG DO ADEMIR ROCHA18 de março de 2014 14:38 Cara Amanda Serrão, obrigdo pela visita ao n/Blog e quanto à sua pergunta, se vc se refere ao Cap Manoel João Pinheiro, rico dono de engenhos e outros bens, casado, entre outras, com a escrsva Ana Cristina e com filhos, entre os quais o Cap Amadeu Cristino Pinheiro, este rico dono de engenhos em Ig-Miri e também se refere ao rico dono de engenhos e outros bens Julião Simplício de Oliveira, este filho de Basileu Benício de Oliveira e Maria de Nazaré Maciel de Oliveira, então, vc provém dessas tradicionais famílias de Ig-Miri e Abaetetuba. Abçs, Ademir Rocha 

Joao Guedes 17 de novembro de 2015 16:23 oi professor minha família descende de paulino correa de Miranda e miraci barbosa do Rio anapu de igarapé miri são meus avós

Joao Guedes 17 de novembro de 2015 16:25 oi professor sou descendente de paulino Corrêa de Miranda e miraci barbosa são meus avós gostaria de saber de outros parentes 

Antônio Manuel Correia de Miranda
Antônio Manuel Correia de Miranda, primeiro e único Barão de Cairary, nasceu em Igarapé-Miry em 18/9/1831 e faleceu em Belém em 20/8/1903.

O Barão de Cairary, nasceu na rica e opulenta propriedade de seu pai, a Fazenda Santo Antônio que ficava às margens do Rio Moju (O blogueiro Vandilson Ferreira de Moju -Moju Rio das Cobras, conhece os descendetes do Barão de Cayrari residentes nessa cidade paraense) e era filho do tenente-coronel das antigas milícias Manuel João Correia de Miranda e de Alexandrina Antonia Sousa Miranda e o Barão de Cairary foi casado com Leopoldina Campos e tiveram quatro filhos, dos quais apenas sobreviveram dois: Antônio Miranda Filho e Eufrosina Miranda. Como era comum no contexto da era provincial um senhor de engenhos e escravos, detentor de patentes militares e cargos políticos ter muitos filhos extra-conjugais. Provavelmente o Barão de Igarapé-Miry teve outros filhos nessas condições.
Foi comerciante e proprietário de terras, deputado provincial, vereador da Câmara Municipal de Moju, Juiz de Paz, oficial da Guarda Nacional qualificado em 10/7/1851, promovido a tenente da 8ª Companhia do 11º Batalhão de Infantaria de Igarapé-Miry em 25/7/1854; a Capitão Comandante da 2ª Companhia avulsa em 24/5/1858; a Major comandante de uma seção de batalhão em 1/5/1863; a tenente coronel comandante do 21º Batalhão de Infantaria, por decreto de 20/10/1869; a Coronel comandante superior por decreto de 31/12/1870, posto este em que foi reformado por decreto de 22/6/1872. Essa foi a sua vida política e militar.
Foi agraciado com o título de Barão de Cairary por Carta Imperial em 8/8/1888.

NOSSAS PESQUISAS
As pesquisamos que fizemos sobre a família Correa de Miranda e outras famílias foram baseadas em informações e Colaboração do descendente do Barão de Cayrari, Marco Miranda de Castro Araujo:
Do acervo de livros, revistas, jornais e documentos antigos existentes na Fundação Cultural de Abaetetuba e documentos de algumas famílias.
Entrevistas com membros das famílias e algumas pessoas depositárias da memória genealógica e sócio-político-cultural de algumas localidades.
Em algumas monografias universitárias e de alguns pesquisadores sobre o assunto no Pará.
Na mídia eletrônica que disponibiliza alguns documentos da era provincial do Pará e em sites especializados. Inclusive as últimas pesquisas que fizemos foram retiradas da mídia eletrônica disponíveis em alguns sites.
Com a ajuda de alguns visitantes do blog interessados em perpetuar a genealogia e a história de suas famílias, já que o blog é interativo.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A FAMÍLIA CORREA DE MIRANDA DE IGARAPÉ-MIRI:
ANCESTRAIS
1ª G, pais de Manoel João Correa de Miranda, que provavelmente eram de origem portuguesa e até seus filhos da era colonial também eram de origem portuguesa.
2ª G/Filhos/F, Manoel João Correa de Miranda, c/c Maria Ferreira de Gusmão que tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel João Correa de Miranda e Marcellino Jozé Correa de Miranda.
3ª G/Netos/N, filhos de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão e, possivelmente, outros filhos.

3ª G/N, o 2º Manoel João Correa de Miranda, nasceu no distrito de Anapu, Freguesia de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850, era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das antigas milícias, c/c Francisca Xavier Gonçalves Moura e ficou viúvo e casou uma 2ª vez com Catharina Maria de Oliveira Góes e sem filhos com essas esposas, porém teve um filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, com Alexandrina Sousa de Miranda (esta já era falecida em 1870) de nome Antonio Manoel Correa de Miranda (o futuro Barão de Cairary). Manoel João Correa de Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade em 1850 e teve outros filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e cerca de outros nove irmãos, que são da 3ª G/Netos/N, tios do Barão de Cairary.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos do 2º Manoel João Correa de Miranda e Alexandrina Antonia Sousa de Miranda:

Biografia de Antonio Manoel Correa de Miranda foi publicada na edição de 19/10/1903 no periódico miriense “Igarapé-Miri” e citada no livro “Caminho de Canoa Pequena, de Eládio Lobato.
4ª G/Bn: Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary, nasceu em 18/9/1831, na Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e faleceu na Fazenda do Carmo, no Rio Anapu, Vila de Igarapé-Miri em 20/8/1903, comerciante e proprietário de terras, Juiz de Paz, oficial da Guarda Nacional qualificado em 10/7/1851, vereador da Câmara Municipal na Villa de Moju/Pa, que exerceu vários mandatos políticos de deputado na Assembléia Provincial na segunda metade do século 19 entre os anos de 1875 a 1877, Oficial da Guarda Nacional em Belém, citado em 10/7/1851 e 25/7/1851 como Tenente em Igarapé-Miri, Capitão Comandante em 24/5/1858, major comandante em 20/10/1869 e coronel comandante em 20/10/1869 e 31/12/1870 a 22/1872, e foi agraciado por D. Pedro II com o título de Barão de Cairary por carta imperial em 8/8/1888, era comerciante, dono de muitas terras em Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e Freguesia de Moju, com plantações de seringais e outras culturas, dono de engenho em Igarapé Miri citado em 1879, dono de escravos, c/c Leopoldina Campos e com vários filhos, 5ª G/Trinetos/Tn, dos quais apenas dois sobreviveram: Eufrosina Correa de Miranda, José Correa de Miranda, Antonio Miranda Filho e outros.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary e Leopoldina Campos:
5ª G/Tn, Eufrosina Miranda/Eufrosina Miranda Ribeiro, nome de casada, com com o influente jornalista, advogado e político paraense, Raimundo Nina Ribeiro, com nome na história do Pará, que ficou viúva e com filhos 6ª G/Tetranetos/Ttn:
5ª G/Tn, Antonio Miranda Filho, falecido em 1911 em Belém/Pa, casou com Arcelina Lima de Miranda (em solteira Silva Lima) e tiveram os seguintes filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Amadeu, Antonio, Leopoldina, Julieta, judith, Romeu, Antonieta, Pompeu e Maria Correa de Miranda.

6ª G/Ttn, filhos de Antonio Miranda Filho e Arcelina Lima de Miranda:
6ª G/Ttn, Amadeu Correa de Miranda, casou no católico em 1913, na Basílica de Nossa S. de Nazaré, em Belém/Pa e no civil no Palacete da Cidade, com Lília Pinheiro de Miranda, em solteira Lília Madeira Pinheiro, esta filha de César Augusto de Andrade Pinheiro e Anna Mathilde Andrade Pinheiro e César Augusto de Andrade Pinheiro foi um dos homens fortes da região de Bragança, Capanema, Mirasselvas e Quatipuru, sendo considerado o fundador daquela que mais tarde viria a ser Capanema/Pa e durante décadas foi inimigo político do próprio primo de nome Leandro Antonio Pinheiro e pelo que consta (ironia da vida) estão sepultados lado a lado no Cemitério de Quatipuru/Pa. Amadeu Correa de Miranda e Lília Pinheiro de Miranda, tiveram vários filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Ormy Noemy, Arly Pinheiro de Miranda, Alby Correa de Miranda (é o único filho com o sobrenome Correa de Miranda), Ivony, Eny e Lúzio Pinheiro de Miranda.
7ª G/Pentanetos/Pn: Eny Pinheiro de Miranda, viajou para o Rio de Janeiro/RJ na década de 1940 e casou em 1948 com Manoel Francisco Duarte de Castro Araujo e tiveram filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Jurema e Marco Miranda de Castro Araujo.
Obs: São dados fornecidos por Marco Miranda de Castro Araujo, que pesquisa sua origem lá do Rio de Janeiro.
Faltam os dados dos demais nomes elencados por Marco, como filhos de Antonio Miranda Filho, que provavelmente devem residir em Belém e outras cidades e os filhos de Amadeu das cidades da Região Bragantina citada e as genealogias paralelas dos Andrade Pinheiro.

4ª G/Bisnetos/Bn, outros filhos do 2ª Manoel João Correa de Miranda.
5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos de Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary:
3ª G/Bisnetos/Bn, filhos do 1º Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão:
3ª G/Bn, Marcellino Jozé Correa de Miranda, c/c Catharina Ignácia do Espírito Santo e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Antonio Francisco Correa Caripuna (o futuro tenente-coronel Caripuna) e Justo Jozé Correa de Miranda.
Esta vertente dos Correa de Miranda é que possuía terras, fazendas, culturas e engenhos na Freguesia de Abaeté, a tal ponto que a influência e poder sócio-político-financeiro desses Correa de Miranda levou a antiga Abaeté a ser conhecida como a Cidade dos Caripuna.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Marcellino Jozé Correa de Miranda e Catharina Ignácia do Espírito Santo:
4ª G/Bn, Antonio Francisco Correa de Miranda ou Antonio Francisco Correa Caripuna, que casou em 1º matrimônio com Maria do Carmo de Castilho e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Francisco e Firmino Correa de Miranda e casou em 2º matrimônio com a rica viúva do senhor de engenhos e escravos Antonio José da Silva Brabo, de nome Victória Maria da Silva Brabo com quem teve os filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros. O Tenente-Coronel Caripuna teve muito outros filhos extra-conjugais, 5ª G/Tn.
Os indígenas do Pará costumavam denominar as pessoas influentes e poderosas com nomes indígenas de acordo com alguma característica marcante das pessoas, com nomes como Caripuna, Acatauassu e outros nomes que se acrescentavam ou substituíam os outros sobrenomes de famílias. Então, a troca de nome de Antonio Francisco para Correa Caripuna se deve a esse costume indígena, diante do poder desse cidadão. Vide o restante da descendência do tenente-coronel Caripuna em Família Correa de Miranda.

4ª G/Bn, Justo Jozé Correa de Miranda, casou em 1º matrimônio com Isabel Maria de Castilho e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Aurélia Aureliana Correa de Miranda e Elíbia Euphrosina Correa de Miranda, que casaram com seus primos, filhos do 1º matrimônio do tenente-coronel Caripuna. Vide na genealogia dos Correa de Miranda.
E em um 2º casamento de Justo Jozé Correa de Miranda com Alexandrina Maria Pinheiro tiveram filhos, 5ª G/BTrinetos/Tn: Rogério e Reinaldo Correa de Miranda, tendo estes ido para a Ilha do Marajó e lá casaram com membros da poderosa família Bezerra ou Bezerra de Menezes que dominaram o cenário sócio-político-financeiro por longos anos naquela grande ilha, especialmente em Soure, ilha que se prestava para criação e comercialização de gado vaccum. A Família Bezerra era influente não só no Marajó, mas no Pará e outros estados do Brasil. Vide genealogia da família Bezzera ou Bezerra de Menezes, ou Bezerra de Moraes pela internet. Clique em família Bezerra.

• Os bens materiais dessa família, cujos membros eram donos de terras, cultivos, engenhos, escravos em Igarapé-Miry, Anapu, Abaeté, Cairary e Moju e que conforme pesquisas em antigos inventários dessa família, o 2º Manoel João Correa de Miranda, deixou herança para seu filho Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary na forma de terras, engenhos e culturas nas localidades Anapu e Cairary, agora Moju. O 2ª Manoel João Correa é da 3ª G/Netos/N, e Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary é filho desse 2º Manoel João, sendo, portanto da 4ª G/Trinetos/Tn dessa família, a começar do pai do 1º Manoel João, conforme acima.

ENGENHOS
• Você pergunta se o Barão de Cairary possuía engenhos e a resposta é sim, porque às margens do Rio Moju existiam mais de 10 grandes engenhos de cana, conforme o grande historiador paraense Ernesto Cruz, para a produção de açúcar e na antiga Freguesia de Cairary, às margesns desse rio, existiam grandes proprieadades com culturas e engenhos de cana na era colonial do Pará e um desses grandes engenhos, na verdade, era uma fazenda-engenho que por herança passou às mãos do Barão de Cairary, seu ancestral. Posteriormente grande parte da localidade Cairary foi absorvida pela Villa de Moju e até os dias atuais existem referências ao Barão de Cairary na atual cidade de Moju, como Escola Barão de Cairary.

TERMO CAIRARY:
• Sobre o termo Cairary, existem muitas menções a essa localidade nos documentos provinciais, como:
Freguesia de Cairary, em 1849/1850

Em 1858 havia uma linha de navegação da Companhia do Amazonas (criada em 1/11852) cujos barcos ou navios vapores passavam pelas localidades da Província do Pará em 6 linhas: Ilha do Marajó, Capim, Moju, Guamá, Caraparu, Acará, Anapu, Carnapijó, Barcarena e Abaeté. E outra linha cujos barcos ou navios vapores passavam pelas localidades: Ilha da Conceição, Vilas: Conde, Beja, Vigia, Collares, São Caetano, Cintra, Salinas; Baías: de Santo Antonio, do Sol e localidades como Igarapé-Mirim, Cairary, Maguary, etc.

1868 – A Companhia Fluvial Paraense de João Augusto Correa fazia a navegação à vapor entre a Capital e os portos de Cairary, Acará, Tpinambá pelo Rio Guamá e com escalas em Bujaru, São Domingos, São Miguel, Irituia, com duas viagens por mês.

1868 – Os vapores de Moju e Guamá, de João Augusto Correa e com pontos de escalas na Boca do Jambuaçu, Freguesia de Moju, Boca do Canal, Fazenda do coronel Miranda e Cairary.

1868 – Em Cairary, Lourenço da Silva Telles era o coletor da comarca e Joaquim Francisco das Chagas Braga era o escrivão.

1869 – Os vapores da Companhia Fluvial Paraense com subvenção de um ano dos cofres da Província do Pará, por contrato em 30/11/1868, para fazer a navegação em 2 linhas: uma da Capital a Igarapé-Miry, tocando os vapores em Abaeté e a 2ª linha da Capital a Baião, tocando em Cametá, Tocantins e Mocajuba.

1868 – O major Antonio Manoel Correa de Miranda da Guarda Nacional como comandante de Cairary, posto que assumiu pela dispensa do comandante superior anterior.

1868 – A Igreja Matriz de Cairary reclama ser reedificada pelo Governo Provincial por estar em completa ruína.

1868 - A delegacia do termo Judiciário de Igarapé-Miry era composto de 6 subdelegacias: Igarapé-Miry, Anapu, Cairary, Abaeté, Beja e Moju.

1867 – Pedro Honorato Correa de Miranda, exercendo o posto de comandante superior da Guarda Nacional em Igarapé-Miri e na 10º batalhão de Infantaria da Freguesia de Abaeté o tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna e em 1868 o major José Roberto da Costa Pimentel era o comandante da 2ª secção de batalhão de infantaria na Freguesia de Cairary, afeta ao comando Superior de Igarapé-Miry.

Em 1869 em Igarapé-Miry, Cairary e Portel grassava epidemias de febres intermitentes e essas localidades pedem socorro ao Governo Provincial para a remessa de médicos e remédios;

Em 1869 a freguesia de Cairary solicita ao governo provincial a construção de um cemitério na localidade.

Em 1874 o 1º Distrito da Comarca da Capital era composto das parochias: Sé, SS Tindade, Acará, Moju, Barcarena, Beja, Conde, Igarapé-Miry, Abaeté e Cairary. O 2º Distrito com as parochias: Sant’Anna, Nazareth, Benfica, Mosqueiro, São Miguel, , Inhangapy, Bujaru, São Domingos, Capim, Irituía e Ourém. Cada distrito com o seu juiz de direito.

Obs: Nas eras colonial e provincial do Pará (e do Brasil) a Igreja com suas parochias eram mantidas pelos governos colonial e provincial, respectivamente.

Em 1882 Moju já era vila e foi anexado à Comarca e Termo de Igarapé-Miry e ficando as subdelegacias de Moju e a de Cairary pertencendo à comarca de Igarapé-Miry.

Em 1882, em Cairary, tendo ido caçar nas cabeceiras do Igarapé Apihy, Leocádio Pereira Maciel, foi vítima de um tiro de espongarda que lhe disparou casualmente o liberto Antonio Marinho Ribeiro, quando ambos procuravam matar uma anta.

COMENTÁRIOS:
Era Cairary uma importante freguesia, provavelmente a partir de 1849, e freguesia já era condição para uma localidade receber melhor atenção por parte dos governantes e, principalmente, da Igreja, pois freguesia já era condição para a presença de um pároco na localidade. Além disso Cairary era um importante centro produtor, desde os tempos coloniais, passando para o período provincial ainda como centro produtor de variados produtos e que tinha, conforme acima, os seguintes serviços: presença de subdelegacia, paróquia com sua Igreja Matriz e pároco, uma secção de batalhão da Guarda Nacional, presença de vapores de companhias de navegação. Em Cairary existiam culturas como seringais, cacauais, algodão, urucum e, principalmente, cana-de-açúcar para a produção de açúcar e outros produtos advindos da cana e com diversos engenhos e edificações para abrigar poderosas famílias, como as edificações da família Correa de Miranda, para abrigar os senhores de engenhos e suas centenas de escravos, maquinários, etc.

Quanto a documentos pessoais, como certidões de óbitos, nos tempos coloniais e provinciais, não existiam essas formalidades de leis e as anotações eram feitas em outros documentos como inventários, documentos de terras, compras e vendas e outros, anotados em livros ou outros modos de escrituração, sendo que grande parte desses documentos se perdeu em naufrágios de navios.

OUTROS CORREA DE MIRANDA CITADOS EM NOSSAS POSTAGENS E NOS DOCUMENTOS PROVINCIAIS OU INVENTÁRIOS:

1818-1819 – Justo José Correa de Miranda era o colletor na Freguesia de Abaeté.
1844 – Antonio Manoel Correa de Miranda.
Esse já é o futuro Barão de Cairary, que já estava com 13 anos de idade nessa data.
1844 – O Bacharel Manoel Gomes Correa de Miranda como Juiz de Órphãos e professor no Liceu Paraense;
1847 – A freguesia de Abaeté estava ligada à Villa de Igarapé-Miry e o seu professor vitalício da instrução primária para a escola do sexo masculino com 20 alunos era Justo José Correa de Miranda. Em 1855 Justo José tem aprovada a sua jubilação da escola do 1º gráu na Freguesia de Abaeté (espécie de aposentadoria).
1848 – Justo José Correa de Miranda era professor vitalício da instrução na escola masculina da Freguesia de Abaeté .
1851 – Bacharel Manoel Gomes Correa de Miranda, era juiz de direito em 1850/1851 e as comarcas existentes eram apenas 7: Capital, Bragança, Cametá, Macapá, Santarém, Baixo Amazonas e Rio Negro ou Alto Amazonas. Igarapé-Miri, Abaeté, Moju e outras localidades petenciam a um dos 3 termos judiciários da Capital que possuía 9 municípios (cidades e vilas) e 30 freguesias. O Termo Judiciário de Igarapé-Miry (Igarapé-Miry já era villa) pertencia à Comarca da Capital e esse mesmo termo abrangia as parochias de N. S. da Conceição (Abaeté), Santa Anna (Igarapé-Miry) e N. S. da Piedade (Cairary). As freguesias de Barcarena, Conde, Beja e Moju também faziam parte dos termos da Capital;

1867 – Pedro Honorato Correa de Miranda, exercendo o posto de comandante superior da Guarda Nacional em Igarapé-Miri e na 10º batalhão de Infantaria da Freguesia de Abaeté o tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna. Em 30/7/1868 foi dispensado do cargo de comandante superior da Guarna Nacional de Igarapé-Miry Pedro Honorato Correa de Miranda, por motivo de doença, que passou o cargo para o tenente-coronel comandante do batalhão nº 11 de infantaria João Maria Gonçalves de Castro, e este, por se achar fora do município e doente o comandante do batalhão nº 10, Antonio Francisco Correa Caripuna, que devia substituí-lo, por ser o mais antigo. Este mesmo tenente Coronel Antonio Francisco Correa Caripuna foi nomeado para o cargo de comandante superior do dito município de Igarapé-Miry, no qual já se acha empossado.
Obs: Existem mais documentos do período provincial do Pará e com certeza com menções a membros da família Correa de Miranda.

PEDRO HONORATO CORREA DE MIRANDA, faleceu no Ceará em 3/4/1882, citado em 1852, primo de Manoel Gonçalves Correa de Miranda, Coronel Superior da Guarda Nacional citado em 1864 e 1868, vereador eleito para a antiga Câmara da Vila Santa Anna de Igarapé-Miri/Pa (1845-1849), junto com os seguintes vereadores:

João dos Santos Lopes, Domingos Borges Machado Acatauassu (inimigo político de Pedro Honorato), João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Antonio Hygino Cardoso Amanajás. Quase todos pertenciam ao mesmo clã familiar dos Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa.
Pedro Honorato Correa de Miranda ocupou o cargo de Secretário do Tribunal de Relações e Contabilidade e Escrituração Mercantil do Liceu, era jornalista no Jornal O Liberal, de Belém do Pará, citado em 9/4/1882.
Pedro Honorato, do Partido Conservador, também foi deputado provincial entre os anos de 1835 e 1867 e se tornou adversário político do comendador Domingos Borges Machado Acatauassu, do Partido Liberal, a nível local e provincial. O jornal O Diário do Grão-Pará, atacava Domingos Acatauassu nos anos de 1850, quando este era Juiz de Órfãos de Igarapé-Miri, porém Pedro Honorato perdeu influência sobre seus eleitores, inclusive seus parentes, em 1867 e com isso perdeu a vaga de deputado provincial para Domingos Acatauassu. Primo de Evangelista Correa Chaves e Manoel Gonçalves Correa de Miranda.
Lutou na revolta da Cabanagem (1840) no lado da legalidade em Cametá, Abaeté e Igarapé-Miri.
1869/1876/1873 – Engenheiro Julião Honorato Correa de Miranda, servindo nas obras públicas da Província. Em 1876 falece esse engenheiro que pertencia à extinta Repartição de Obras Públicas;

1869 – Foi contratado o cidadão Antonio Francisco Correa Caripuna (filho de Marcellino Jozé Correa de Miranda e Catharina Ignácia do Espírito Santo) para construir a Igreja Matriz de Abaeté pelo valor de 26:035$881 réis;
1868 – A Companhia Fluvial Paraense de João Augusto Correa fazia a navegação à vapor entre a Capital e os portos de Cairary, Acará, Tupinambá pelo Rio Guamá e com escalas em Bujaru, São Domingos, São Miguel, Irituia, com duas viagens por mês.
1868 – Os vapores de Moju e Guamá, de João Augusto Correa e com pontos de escalas na Boca do Jambuaçu, Freguesia de Moju, Boca do Canal, Fazenda do coronel Miranda e Cairary.
A Igreja de Nazareth, com início de construção em 1856, com a fiscalização do engenheiro Julião Honorato Correa de Miranda, Fiscal das Obras Públicas.
1876 – O major da Guarda Nacional João Baptista Correa de Miranda é pronunciado junto ao Termo de Belém por crime praticado em 1875.
Em 1879 João Pedro Honorato Correa de Miranda, foi efetivado como professor de Contabilidade e Escrituração Mercantil no Liceu Paraense.
Obs: O Liceu Paraense era a única escola de nível secundário na Província do Pará em 1879.

Em 1886 foi nomeado o bacharel Adelino Octávio Correa de Miranda como professor substituto para lecionar Latim no Liceu Paraense.
Em 1888 José Fleury Correa Caripuna foi eleito 1º suplente de juiz municipal do Termo de Igarapé-Miry e o tenente-coronel Manoel Antonio Correa de Miranda foi eleito 3º suplente para a mesma função. Em 18/6/1889 foi exonerado à pedido da 3ª suplência de juiz municipal de Igarapé-Miry o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda.
Em 1888 o Governo Provincial do Pará firma contrato com o tenente-coronel Manoel Correa de Miranda de navegação à vapor para Igarapé-Miry.
Seguem as pesquisas anteriores às acima e já publicadas em postagens passadas:

João Evangelista Correa Chaves, foi vereador da 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1845-1849) e deputado provincial entre os anos de 1844 e 1875, primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a Assembléia Provincial em vários mandatos.

Francisco José Correa de Miranda vereador da 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1844-1849), Major da Guarda Nacional de Igarapé Miri citado em 1866.

Izidoro Antonio Correa de Miranda, foi vereador na Câmara de Santa Anna de Igarapé-Miri (1857-1860).

Crescêncio Correa de Miranda, foi verador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868).
José Procópio Correa de Miranda, citado em 1867, tenente.

João José Correa de Miranda, citado em 1867 e Antonio Francisco Lobato Frade (é o mesmo Francisco Lobato Frade c/c Theresa Correa de Miranda, filha de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia?), citado como eleitor de Pedro Honorato Correa de Miranda, desde 1835 a 1868, para a Assembléia Provincial e Manoel Lourenço, influentes em Igarapé-Miri.

Manoel Procópio Correa de Miranda, foi vereador na Vila de Santa Ana de Igarapé-Miri (1873-1877, quando foi presidente da Câmara e 1881-1884).

Antonia Maria Correa de Miranda, dona de terras com plantações, dona de 5 escravos no rio Coji, distrito de Anapu e Abaeté, citada em 1862.

Em 1979 bacharel João Pedro Correa de Miranda era o Secretário da Relação do Districto da Capital.
Em 1979 o bacharel João Pedro Correa de Miranda foi nomeado secretário para o tribunal da Relação.
Obs: Tribunal da Relação era um dos órgãos que compunha a Comarca da Capital, espécie de Superior Tribunal de Justiça.

Antonia Euphrosina Correa de Miranda.

Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda. Foi presidente da 1ª Câmara da Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887.
Foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté, período de 1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.

Dr. João Evangelista Correa de Miranda, cunhado de João Evangelista Correa Chaves, foi vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), deputado provincial entre os anos de 1876 a 1878 e c/c a irmã de João Evangelista Correa Chaves.
Juiz Substo. do 2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895. Foi um dos assinantes da Ata de Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Foi Intendente Municipal de Abaeté no período de 1902 a 1906. Na sua intendência foi inaugurada a estrada Dr. João Miranda, em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome. Foi deputado na Assembléia Legislativa em 1906.
A estrada Dr. João Miranda era apenas uma clareira aberta no meio do mato, que ligava a sede do município à sua Colônia Agrícola, que levava aos sertões de Abaeté, daí o nome que recebeu no seu início, Rua do Sertão. Essa estrada veio a melhorar o sacrifício dos agricultores locais, no transporte de seus produtos, antes trazidos em reboques e montarias através dos rios e igarapés que desaguavam no rio Abaeté. Foi construída com a ajuda dos próprios colonos, à base de enxadas e terçados.
A Estrada Dr. João Miranda foi reinaugurada por Aristides dos Reis e Silva, em 1919, quando era Intendente de Abaeté.
Uma citação de 1903.
A Banda de Música Bela Harmonia abrilhantou a inauguração em 02.04.1903 do Grupo Escolar de Abaeté, na administração do Intendente Municipal Tenente Coronel Torquarto Pereira de Barros, com a presença do Dr. João Evangelista Correa de Miranda, Juiz do Distrito judiciário, do Coronel Hygino Maués, do professor Bernardino Pereira de Barros, Diretor do grupo escolar inaugurado, do Padre Francisco Manoel Pimentel, de Cornélio Pereira de Barros, lente da Escola Normal do Estado e dos professores presentes: Basílio Chrispim de Carvalho, Fidélis Magno de Araújo, Maria de Nazaré de Moraes e Francisca Romana de Almeida Pimentel, todos normalistas.

Tenente José Procópio Correa de Miranda
João José Correa de Miranda

Maria da Glória Correa de Miranda, dona de fazenda/engenho com plantações, dona de17 escravos, um engenho para moer urucum e casas na Vila de Igarapé-Miri, citada em 1857 e contemporânea das seguintes pessoas, seus vizinhos e donos de fazendas/engenhos: José Gonçalves Chaves, Alexandre Antonio de Oliveira Pantoja, todos donos de fazendas/engenhos e também citados em 1857.

Maria Rita Correa de Miranda, dona de terras com plantações de cacau na Vila de Igarapé-Miri, dona 16 escravos, contemporânea do seu vizinho, também dono de fazendas/engenhos: Maria Gonçalves Chaves, citados em 1857.

José Carlos Correa de Miranda c/c Joanna Maria Ferreira de Gusmão, donos de terras com plantações de mais de 2.800 pés de cacau e cana-de-açúcar, donos de casas, engenhos e 13 escravos na igarapé Domingos Guará, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri.
Maria da Glória Miranda Nery, citada em1895.
Antonia Euphrosina Correa de Miranda.

O Barão de Cairary foi contemporâneo de outras importantes figuras da história da Província do Pará, como:

Antônio Gonçalves Nunes, Barão de Igarapé-Mirim, nascido em Belém a 28/7/1819 e falecido em Belém a 21/11/1893, foi advogado, político, jornalista e educador.
Era filho de Jose Antonio Nunes e de Gertrudes Rosa da Cunha Ledo, brasileira, filha de Antonio Gonçalves Ledo e de Dona Domingas Valente da Cunha Ledo, oriundos de Mazagão, praça forte de Portugal na África.
C/c Rita Gonçalves Acatauassú, filha do Comendador Domingos Borges Machado Acatauassú e de Dona Ana Teresa Gonçalves Acatauassú; com quem teve 3 filhos: Antônio Acatauassú Nunes, Rita Acatauassú Nunes Bezerra, c/c Demétrio Bezerra da Rocha Moraes, e Domingos Marcellino Acatauassú Nunes.
Era proprietário de um engenho à vapor de fabricação de açúcar denominado de São Domingos, no município de Igarapé-Mirim.
Foi um dos chefes do Partido Conservador da Província do Grão-Pará, juntamente com o cônego Siqueira Mendes, Raimundo José de Almeida, Raimundo Clementino de Castro Valente, Francisco Carlos Mariano e outros. Com a proclamação de república, vai se filiar ao partido Democrático, porem devido à avançada idade não será mais tão atuante como antigamente.

Serviu o lugar de diretor da Instrução Pública da Província, o de membro do conselho diretivo da mesma instituição, o de presidente das mesas de exame de Retórica, Filosofia, Francês e Português. Irá se aposentar no exercício destas funções.
Ocupou durante largo espaço de tempo o cargo de tesoureiro do Colégio Público Nossa Senhora do Amparo, sendo que em alguns momentos, esteve afastado destas funções, para o desempenho das funções Legislativas.
Foi eleito deputado à Assembléia Provincial em diferentes legislaturas. Nas eleições de maio de 1852 para deputado Provincial, acaba por ficar como primeiro suplente, do mesmo modo que o comendador Domingos Borges Machado Acatauassu, que mais tarde viria a ser seu sogro, sendo porem que este ocupou a 25ª colocação da suplência.

Barão de Igarapé-Mirim em decreto de 3 de março de 1883.
Juntamente com o Visconde de Nazaré, o Barão de Muaná e o presidente da província, o Visconde de Maracaju, apoiou e tentou arrecadar recursos para os experimentos, dos balões, de Júlio César Ribeiro de Sousa.


Obs: O Comendador Domingos Borges Machado Acatauassu, oriundo de Igarapé-Miry, era inimigo político de alguns dos primeiros membros da família Correa de Miranda no preenchimento das vagas da localidade de Igarapé-Miry para a Assembléia Provincial e em poderio militar e financeiro. Vide relação abaixo de 1850:

Assim ficou constituída a casa Legislativa em 1850:

1. Dr. José Joaquim de Pimenta Magalhães
2. Dr. João Maria de Moraes
3. João José de Deos e Silva
4. Manoel Roque Jorge Ribeiro
5. Joaquim Marianno de Lemos
6. Pedro Miguel de Moraes Bittencourt
7. Andre Corsino Benjamin
8. Dr. Manoel Gomes Correa de Miranda
9. Dr. Joaquim Fructuoso Pereira Guimarães
10. Dr. Ambrozio Leitão da Cunha
11. Dr. João Baptista Gonçalves Campos
12. Dr. José da Gama Malcher
13. Antonio Agostinho de Andrade Figueira
14. João Wilkens de Mattos
15. João Diogo Clemente Malcher
16. José Coelho da Motta
17. José Joaquim da Gama e Silva
18. Padre Victorio Procopio Serrão do Espírito Santo
19. José Estevão Ferreira Guimarães
20. Antonio Ricardo de Carvalho Penna
21. Bispo Diocesano D. José
22. Chantre Raimundo Severino de Mattos
23. José Pinto de Araujo
24. Domingos Borges Machado Acatauassú
25. João Augusto Correa
26. Manoel Thomaz Pinto
27. Conego Eugenio de Oliveira Pantoja
28. Joaquim José da Silva Meirelles

Suplentes:

1. José do O’ de Almeida
2. Manoel Lourenço de Souza
3. João Lourenço de Souza
4. Dr. João Antonio Alves
5. Francisco Pedro Gurjão
6. Aniceto Clemente Malcher
7. Manoel Fernandes Ribeiro
8. Dr. Augusto Thiago Pinto

Nesta mesma sessão foram eleitos para presidir e secretariar a casa:

Dr. João Maria de Moraes – presidente
Andre Cursino Benjamin – 1º secretario.
João Diogo Clemente Malcher – 2º secretário.

GENEALOGIA PARALELA DOS FERREIRA DE GUSMÃO
Maria Ferreira de Gusmão, esposa de Manoel João, acima, também era detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no Rio Anapu, na Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dona de escravos e outros patrimônios, citada em 1825, possivelmente irmã de Anna Ferreira de Gusmão, esta dona de engenho/fazenda, dona de mais de 40 escravos, dona de terras na ilha onde existia o Engenho Nossa Senhora da Mercês com plantações de cacau citada em 1830. São citados como donos de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna: Thomas Homum, dona Rita Borges Machado, José Gonçalves Chaves, citados em 1830.

Joanna Maria Ferreira de Gusmão (possivelmente irmã de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), c/c José Carlos Correa de Miranda (neto do 1º Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão), donos de fazendas/engenhos com plantação de mais de 2.800 pés de cacau e café, casas, donos de 13 escravos, citados em 1938 e José Carlos que herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).

Anna Ferreira de Gusmão, citada em 1836, dona de terras em área do Engenho Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45 escravos.

GENEALOGIA PARALELA DE CATHARINA IGNÁCIA DO ESPÍRITO SANTO:
Pais de Catharina Ignácia?
Catharina Ignácia do Espírito Santo, dona de engenhos, terras com plantações, dona de 24 escravos na localidade Furo-Açu e Muru-Açu, na Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, citada em 1829.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Marcellino José e Catharina Ignácia do Espírito Santo:
4ª G/Bisnetos/Bn: Antonio Francisco Correa Caripuna (seu nome anterior era Antonio Francisco Correa de Miranda), nascido em 10/1814.e faleceu em 1877, dono de muitas terras com plantações (cana-de-açúcar, cacau e outras culturas) e era um dos maiores proprietários de terras desse período e dono de casas, inclusive casa de sobrado e casas em Belém (algumas dessas casas já cobertas com telhas), dono de olaria e serraria, senhor de muitos escravos (era o maior senhor de escravos da região que somavam mais de 77 escravos), dono de engenhos movido pela força da água ou engenhos movidos à vapor de lenha para fabricar açúcar e cachaça para exportação, oficial da Guarda Nacional com patente de tenente-coronel e comandante de Batalhão de Infantaria citado em 1862 e 1868, estabeleceu-se em várias localidades da Freguesia de Abaeté, dono de patrimônio de 70.066$041 réis, c/c Maria do Carmo de Castilho (esta falecida em 1851) e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Firmino e Francisco Correa Caripuna. Vide esta genealogia em Família Correa de Miranda.

Antonio Francisco Correa Caripuna casou uma 2ª vez com Victória Maria da Silva Brabo, esta filha de abastado senhor de engenhos e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo e com quem teve os filhos, 5ª G/Tn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho). O Tenente-Coronel Caripuna teve muito outros filhos, 5ª G/Tn. Vide esta genealogia em Família Correa de Miranda.


GENEALOGIA PARALELA DOS CASTILHO
Maria do Carmo de Castilho, dona de engenho de cana movido à água, casas e dona de 32 escravos em terras em Abaeté, citada em 1853 e 1ª esposa do Cel. Caripuna, falecida em 1851. Filhos de Maria do Carmo de Castilho c/Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna): Francisco e Firmino Correa Caripuna. Vide esta genealogia em Família Correa de Miranda.

Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã de Maria do Carmo de Castilho), c/c Justo José Correa de Miranda (da 4ª G/Bisnetos/Bn, abaixo), sendo o 1º casamento deste e tiveram filhos: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda. Vide esta genealogia em Família Correa de Miranda.

Justo José casou uma 1ª vez com Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã da 1ª esposa do Coronel Caripuna, acima) e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda. Vide esta genealogia em Família Correa de Miranda.

Continuação da genealogia dos Correa de Miranda
3ª G/Netos/N, filhos de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão:
3ª G/N: José Carlos Correa de Miranda, c/c Joana Maria Ferreira de Gusmão (possivelmente irmã de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), donos fazendas/engenhos com plantação de mais de 2.800 pés de cacau e café, casas, donos de 13 escravos, citados em 1938 e José Carlos que herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).
3ª G/N: Manoel Gonçalves Correa de Miranda, citado em 1852, primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a assembléia provincial em meados do século 19, citado em 1857, c/c Thereza de Jesus Maia, cuja mão pretendia o Sr. Acatauassu para seu filho mais velho, falecida em 1876, residentes no distrito de Anapu, Freguesia de Igarapé-Miri/Pa, donos de engenhos e muitos escravos e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: João Antonio Sandim de Miranda, Anna, Theresa (filha) e Joana Correa de Miranda. Thereza (mãe) ficou viúva e herdeira dos bens do marido, tendo falecida em 1876, quando sua filha Joanna era menor.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia:
4ª G/Bn: João Antonio Sandim de Miranda
4ª G/Bn: Anna Correa de Miranda. Presente à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e uma das assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação.
4ª G/Bn: Theresa Correa de Miranda, c/c Francisco Lobato Frade. É o mesmo Antonio Francisco Lobato Frade, que ajudava a eleger Pedro Honorato Correa de Miranda para a Assembléia provincial, citado desde 1835 a 1867.
4ª G/Bn: Joanna Correa de Miranda
4ª G/Bn: Major João Baptista Correa de Miranda, filho de um irmão de Manoel Gonçalves Correa de Miranda, acima, Capitão da Guarda Nacional citado em 1866, foi vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1861-1865), citado em 1876.

2ª G/Filhos/F: Julião Antonio Correa de Miranda, citado em 1800 como tenente da 8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de Belém, dono de engenho movido à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dono de terras com plantações de cacau e café, dono de 47 escravos em 1810, irmão de Manoel João Correa de Miranda, este e sua esposa Maria Ferreira de Gusmão, citados em 1925.
Esta parte é colaboração de Simone Miranda, descendentes dos Correa de Miranda, do Pará, que quer encontrar a ligação com sua família paraense dos Correa de Miranda:

1ª G, pais de Cláudio Correa de Miranda, com filhos, 2ª G/Filhos/F: Cláudio Correa de Miranda e outros.
2ª G/F, Cláudio Correa de Miranda, nascido no Pará, c/c Hermelinda Correa de Miranda e com filhos, 3ª G/Netos/N: Oswaldo Correa de Miranda e outros.
Hermelinda ficou viúva e casou uma 2ª vez.
3ª G/N, filhos de Cláudio Correa de Miranda e Hermelinda:
3ª G/N, Oswaldo Correa de Miranda, nascido em 29/1/1916 no Pará e falecido em 1944, viajou para o Nordeste do Brasil e fixou residência em Recife/Pe, onde casou com 25 anos, em 1941, com Maria Haydée Alves Miranda, esta então com 18 anos e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Antonia Maria Alves Miranda, esta nascida em 1942, em Recife/Pe.
4ª G/Bn, Antonia Maria Alves Miranda, casou em Recife e com filhos, 5ª G/Trinetos: Simone e outros e com a 6ª G/Tetranetos/Ttn.

O Blog do Prof. Ademir Rocha agradece a colaboração e pede aos membros da Família Correa de Miranda, do Pará ou visitantes e pesquisadores desta tradicional família, que queiram prestar informações, que nos escrevam ou telefonem.
Abraços do amigo,

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 9/2/2011.